O ministro Alexandre de Moraes intensificou nesta semana o cerco judicial aos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, com duas decisões estratégicas que ampliam o alcance das investigações conduzidas no Supremo Tribunal Federalista (STF). Os alvos principais são o deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL-RJ), ambos suspeitos de envolvimento em esquemas para lutar instituições democráticas e manipular estruturas do Estado.
No núcleo das ações está o interrogatório que apura o uso da máquina pública para disseminação de fake news e tentativas de golpe de Estado. As decisões tomadas por Moraes nesta semana visam estugar os processos e impedir manobras protelatórias, principalmente diante da privação de Eduardo Bolsonaro, em autoexílio nos Estados Unidos desde março deste ano.
Defensoria Pública é acionada para simbolizar Eduardo Bolsonaro
Em despacho assinado na quinta-feira (16), o ministro designou a Defensoria Pública da União (DPU) porquê responsável por entregar a resguardo prévia de Eduardo Bolsonaro, lanço obrigatória para que a Primeira Turma do STF possa julgar o pedido da Procuradoria-Universal da República (PGR) para preâmbulo de ação penal.
Eduardo é culpado de filtração no curso do processo, por pronunciar medidas junto ao governo norte-americano que visavam estuprar as instituições brasileiras e pressionar contra as investigações que culminaram na pena do pai, Jair Bolsonaro, a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes contra a democracia.
“A privação deliberada de resguardo não pode impedir o regular curso do processo”, justificou Moraes ao nomear a DPU.
A denúncia da PGR também inclui o jornalista Paulo Figueiredo, que reside nos Estados Unidos. Ambos os processos foram desmembrados, e medidas adicionais já haviam sido adotadas no mês pretérito para notificar os acusados por edital e via embaixada, diante da dificuldade de localização.
Carlos Bolsonaro na mira em novidade frente: reabertura do caso Moro
A segunda frente de progressão nas investigações mira Carlos Bolsonaro, por meio da reabertura do interrogatório sobre a tentativa de interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federalista, denunciada em 2020 por Sérgio Moro, à estação ministro da Justiça. O incidente levou à saída de Moro do governo e à preâmbulo do interrogatório que agora ganha novos contornos.
Na quarta-feira (15), a PGR atendeu a uma solicitação de Moraes feita em 2024 e pediu oficialmente a reabertura do caso, que havia sido arquivado por decisão do ex-procurador Augusto Aras.
O objetivo agora é investigar o uso da PF, da Abin e de outras estruturas de Estado para fomentar redes de desinformação, perseguições políticas e espionagem ilícito — um capítulo espargido porquê “Abin paralela”, que tem Carlos Bolsonaro porquê um dos principais alvos.
Com a retomada das apurações, investigadores devem buscar dados e registros que vinculem diretamente a atuação de Carlos ao uso irregular da Sucursal Brasileira de Perceptibilidade, logo chefiada por Alexandre Ramagem, coligado da família e atual deputado federalista.
Rumo ao banco dos réus
A aceleração dos processos indica que Moraes pretende levar a denúncia contra Eduardo à estudo da Primeira Turma ainda neste ano. Se os ministros acolherem a querela da PGR, o deputado será oficialmente réu em ação penal no STF, o que pode comprometer seriamente sua curso política — e aprofundar o isolamento internacional, uma vez que ele permanece nos Estados Unidos sem prerrogativas legais ou diplomáticas.
No caso de Carlos, o progressão das investigações sobre a “Abin paralela” poderá gerar novas denúncias, principalmente se forem comprovadas ordens ou monitoramentos ilegais contra autoridades, jornalistas e opositores, realizados por fora da estrutura formal do Estado.
Contexto político e internacional
As novas medidas ocorrem em meio a crescentes tensões diplomáticas envolvendo os Estados Unidos, principalmente posteriormente revelações do Wall Street Journal sobre possíveis manipulações de dados no sistema de imigração americano — caso que também envolve ex-assessores próximos ao clã Bolsonaro, porquê Filipe Martins.
A ofensiva do STF, portanto, não exclusivamente procura responsabilizações penais, mas também aponta para uma fala mais ampla e internacionalizada de desinformação, sabotagem institucional e ataques coordenados à democracia brasileira.
O post Uma vez que duas decisões de Moraes alcançam Carlos e Eduardo Bolsonaro apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2025/10/20/como-duas-decisoes-de-moraes-alcancam-carlos-e-eduardo-bolsonaro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-duas-decisoes-de-moraes-alcancam-carlos-e-eduardo-bolsonaro / Natividade/Créditos -> Partido Brasil Solene






