Israel e Hamas se preparam para a primeira troca de reféns e prisioneiros sob o novo convenção de cessar-fogo, com o prazo findando às 6h desta segunda-feira (13), no horário sítio, à meia-noite pela hora de Brasília, conforme os termos do convenção de cessar-fogo firmado na sexta-feira e mediado por EUA, Egito, Pesquisar e Turquia.
No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os reféns israelenses mantidos pelo Hamas em Gaza “podem ser libertados um pouco antes do previsto”, aumentando a expectativa para que a libertação ocorra ainda na noite deste domingo (12). A enunciação foi dada a bordo do Air Force One, enquanto ele seguia para o Oriente Médio para escoltar pessoalmente a operação de libertação.
“A guerra acabou”, disse Trump, segundo jornalistas que viajam com ele.
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Israel aguarda a libertação de 48 reféns sequestrados pelo Hamas, entre eles, 20 considerados vivos. Eles fazem segmento do grupo de 251 pessoas levadas em 7 de outubro de 2023, quando militantes do Hamas invadiram o território israelense e mataram murado de 1,2 milénio pessoas.
Em troca, Israel deve libertar aproximadamente 2 milénio prisioneiros palestinos, incluindo 250 que cumprem prisão perpétua e outros detidos sem querela formal. O Ministério da Justiça israelense já divulgou a lista dos nomes previstos para soltura.
Trump desembarcará primeiro em Israel, onde deve se reunir com familiares dos reféns e discursar no Knesset, o Parlamento israelense. Em seguida, ele seguirá para o Egito, onde participará de uma cúpula de sossego com líderes internacionais, entre eles António Guterres (ONU), Keir Starmer (Reino Unificado), Giorgia Meloni (Itália), Pedro Sánchez (Espanha) e Emmanuel Macron (França).
Neste domingo, caminhões carregados com provisões, medicamentos e combustível começaram a entrar na Tira de Gaza sob inspeção israelense. Imagens divulgadas por agências internacionais mostraram multidões de palestinos tentando saber os comboios, em meio à rafa generalizada e à ruína causada por dois anos de conflito.
Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, mais de 67 milénio palestinos morreram desde o início da ofensiva israelense. A ONU estima que 90% da população do enclave tenha sido deslocada durante a guerra.
(com Associated Press e Reuters)
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