O ex-presidente do Banco Mediano (BC), Arminio Penhasco, classificou a atual política fiscal do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) porquê “suicida” e alertou que ela “pode levar o país a uma novidade crise”. A enunciação de Penhasco, que presidiu o BC no governo de Fernando Henrique Cardoso, gerou repercussão e reacendeu o debate sobre a sustentabilidade fiscal do Brasil.
Em resposta às críticas, o deputado federalista Gustavo Gayer (PL-GO) apresentou um ofício ao Tribunal de Contas da União (TCU), solicitando uma auditoria sobre a meio fiscal do governo Lula e as renúncias tributárias adotadas pela gestão petista. O parlamentar questiona a gestão dos recursos públicos e a transparência nas ações fiscais do governo.
“As ações do governo podem estar colocando em risco a firmeza econômica do país. Precisamos de transparência sobre porquê estão sendo geridos os recursos públicos e as renúncias fiscais que têm impacto direto nas contas públicas”, afirmou Gayer.
Além do TCU, o deputado requisitou que os ministérios da Herdade, Planejamento e Lar Social prestem esclarecimentos detalhados sobre a política fiscal adotada pelo governo. O pedido tem porquê objetivo prometer transparência e responsabilidade fiscal, em um momento em que especialistas apontam riscos de desequilíbrio nas finanças públicas.
Política fiscal em xeque
A sátira de Penhasco surge em um momento em que o governo federalista tem enfrentado desafios relacionados ao aumento das despesas públicas e à gestão das contas do país. O ex-presidente do BC alertou que as escolhas fiscais do governo Lula, principalmente em relação ao aumento dos gastos públicos e à gestão das receitas, poderiam resultar em consequências negativas para a economia brasileira.
A repúdio fiscal, que envolve a redução de impostos para certos setores, tem sido um ponto mediano nas críticas. A medida, que visa estimular setores específicos da economia, também tem sido vista porquê um fator que agrava o desequilíbrio das contas públicas, principalmente em tempos de aumento de despesas governamentais.
Impactos da crise fiscal no cenário econômico
A sustentabilidade fiscal do país e os impactos das políticas econômicas do governo Lula têm sido um tema recorrente nas discussões sobre a recuperação econômica pós-pandemia. Para especialistas porquê Penhasco, o aumento da dívida pública e as renúncias fiscais podem gerar uma pressão suplementar sobre as contas do país, colocando em risco a credibilidade fiscal do Brasil.
O pedido de auditoria de Gayer surge em meio a um clima de incerteza sobre o porvir da economia brasileira e as estratégias fiscais do governo, principalmente com o crescente déficit público e as pressões inflacionárias.
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