Brasil registrou 1.571 feminicídios em 2025, recorde histórico que expõe o fracasso das políticas de proteção às mulheres no governo Lula
Por ContraFatos 23/07/2026 Atualizado em 23/07/2026
Anuário de Segurança Pública revela 1.571 casos de feminicídio, o maior número desde a tipificação do transgressão em 2015
O exposição de resguardo das mulheres propagado pelo governo Lula contrasta de forma brutal com a verdade revelada pelos números. O Anuário Brasílio de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasílio de Segurança Pública, escancara um oferecido alarmante: o Brasil atingiu a marca recorde de 1.571 feminicídios em 2025, um desenvolvimento de 4% em relação aos 1.504 registrados no ano anterior.
Quatro mulheres assassinadas por dia sob a gestão petista
O número equivale a uma média de quatro mulheres mortas por dia exclusivamente em razão da exigência feminina. Trata-se do pior registro desde que o feminicídio foi tipificado porquê transgressão no Brasil, em 2015. Ou seja, em plena gestão de um governo que se apresenta porquê vencedor dos direitos das mulheres, o país não matou tantas.
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Violência contra a mulher cresce em múltiplas frentes
O cenário não se limita aos assassinatos consumados. O anuário também aponta uma escalada generalizada de violência contra as mulheres em diversas modalidades:
As tentativas de feminicídio subiram 6%, com três tentativas registradas para cada caso consumado;
A violência psicológica contra mulheres teve subida de 17%;
O descumprimento de medidas protetivas cresceu 17%;
Casos de perseguição (stalking) dispararam com aumento de 30%;
Agressões decorrentes de violência doméstica subiram 2,6%;
Ameaças registraram subida de 0,5%.
Esses indicadores demonstram que a rede de proteção às mulheres, sob responsabilidade do poder público, segue falhando em todas as etapas — da prevenção ao guarida.
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Fórum aponta falhas na rede de proteção
Na avaliação do próprio Fórum Brasílio de Segurança Pública, os dados evidenciam dificuldades em interromper ciclos de violência que já eram conhecidos pelas autoridades. As limitações da rede de proteção ficam expostas quando tantos casos chegam ao desfecho irremissível, mesmo com sinais anteriores de risco. É uma constatação que pesa diretamente sobre a capacidade do governo federalista de transformar promessas em políticas públicas eficazes.
Mortes violentas caem em 20 estados, mas feminicídio segue em subida
Em meio ao quadro sombrio, o estudo do Fórum traz um oferecido positivo em outro recorte: a redução das mortes violentas intencionais foi observada em 20 das 27 unidades da federação. Amazonas, Rio Grande do Sul e Mato Grosso aparecem entre os estados com as maiores quedas nesse indicador. Ainda assim, a melhora nos números gerais de homicídios não foi suficiente para sofrear o progressão específico da violência mortal contra as mulheres — o que sugere que a questão do feminicídio exige abordagens específicas que o atual governo não tem conseguido entregar.
O recorde de feminicídios em 2025 se soma a outros indicadores negativos de segurança pública e coloca em xeque a efetividade das políticas adotadas pelo terceiro procuração de Lula nesta dimensão. Enquanto o governo celebra avanços em índices gerais, a verdade vivida pelas mulheres brasileiras conta uma história dissemelhante — e muito mais trágica.
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https://www.contrafatos.com.br/feminicidio-bate-recorde-historico-em-2025-e-expoe-fracasso-do-governo-lula-na-protecao-as-mulheres//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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