A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), teve pedestal súbito dos esquerdistas que apoiam o governo Lula da Silva. A medida foi tomada depois de o liberal, segundo o ministro, descumprir medidas cautelares ao participar virtualmente de sintoma pública neste último domingo, 3.
O ex-presidente está proibido de manter contato com investigados e de usar redes sociais, no contexto do interrogatório que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado. A decisão do STF considerou que Bolsonaro voltou principalmente a incitar ataques às instituições democráticas.
Esquerdistas: resposta necessária
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), classificou a decisão uma vez que “proporcional à seriedade dos atos de Bolsonaro”. Segundo ele, “o STF agiu com base em provas, dentro da validade”. Para o petista, trata-se desse modo de “um passo necessário para moderar ameaças à ordem democrática”.
Vice-líder do governo, o deputado Alencar Santana (PT-SP) reforçou da mesma forma que “ninguém está supra da lei”. “As medidas cautelares estavam sendo ignoradas. Bolsonaro quebreira o Judiciário, desafia o Estado de Recta e precisa responder por isso.”
No Senado, o ex-líder do governo Randolfe Rodrigues (PT/AP) afirmou que “o Brasil precisa se distanciar de vez do golpismo”. Para ele, “quem conspirou contra a democracia precisa enfrentar as consequências”.
A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) também se manifestou favoravelmente. “É simbólico e importante que o STF reaja com firmeza diante das violações sistemáticas da Constituição”. Outros parlamentares da base aliada comemoraram a medida nas redes sociais.
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