Em uma entrevista contundente concedida ao conduto Fator Político BR, o ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Brasil (Aprosoja), Antonio Galvan, fez duras críticas aos senadores brasileiros, acusando-os de conivência e preterição diante da crise enfrentada pelo agronegócio pátrio. O principal foco de sua indignação foi o tarifaço de 50% imposto pelo governo dos Estados Unidos, que, segundo ele, é resultado direto da inação do Congresso Vernáculo.
A entrevista, conduzida pela jornalista Berenice Leite, foi marcada por declarações fortes e ataques diretos à classe política. Galvan não mediu palavras ao responsabilizar o Senado pela instabilidade jurídica e econômica que, segundo ele, tem afugentado investidores e ameaçado a competitividade do agronegócio brasiliano.
“Se o nosso Senado Federalista não fosse tão covarde, pelo menos a maioria dos senadores, não teria chegado aonde chegamos, essa palhaçada que está sendo feita na justiça brasileira, mormente envolvendo alguns ministros do STF. Não tem mais segurança jurídica e o capital brasiliano está indo embora”, disparou Galvan. “Se chegou a esse ponto, existe um culpado: é o Congresso Vernáculo, em privativo nosso Senado. Bolsonaro não é culpado, Eduardo não é culpado. A culpa é da fraqueza da maioria dos senadores!”
Além das críticas internas, Galvan também reprovou a decisão de uma comitiva de senadores que viajou aos Estados Unidos na tentativa de negociar a redução da tarifa imposta sobre produtos agrícolas brasileiros. Para ele, o esforço é inútil e somente desvia o foco do verdadeiro problema, que estaria dentro das fronteiras nacionais.
“Eles vão perder a viagem. O problema é interno, tem que ser resolvido cá dentro do país. Não sei o que eles vão procurar lá, com todo saudação que tenho pelos senadores, esse é um problema político. Esse desgoverno só quer amizade com ditaduras, Lula só fala bobagem. Os senadores estão indo passear nos Estados Unidos e vão voltar sem resposta”, criticou.
Galvan finalizou reforçando que, em sua visão, a preterição do Senado foi determinante para o agravamento do cenário atual e para a perda de força do agronegócio brasiliano no mercado internacional.
As declarações do ex-presidente da Aprosoja repercutiram entre lideranças políticas e representantes do setor agrícola, gerando debates acalorados nas redes sociais. Até o momento, o Senado Federalista não se pronunciou oficialmente sobre as acusações feitas durante a entrevista.
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