O Jurisconsulto-Universal da União, Jorge Messias, espargido nacionalmente desde o incidente dos áudios da presidente Dilma Rousseff uma vez que o “Bessias”, fez uma enunciação polêmica nesta semana durante uma entrevista concedida em Lisboa, onde participa do tradicional seminário organizado pelo ministro Gilmar Mendes.
Questionado sobre a possibilidade de discutir, durante o evento, temas uma vez que a derrubada do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) com ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF), Messias confirmou que esse tipo de diálogo já ocorre — e foi além.
“Olha, eu tenho discutido com os ministros do Supremo, até pelo papel que exerço na exigência de Jurisconsulto-Universal da União, antes mesmo de qualquer judicialização”, afirmou o AGU.
A fala repercutiu imediatamente nos meios jurídicos e políticos, gerando acusações de quebra de isenção e violação do princípio do juiz justo.
Jurista alerta: “Parece que temos uma confissão”
O jurisperito e profissional em liberdade de frase, André Marsiglia, comentou a enunciação de Jorge Messias e apontou uma verosímil infração direta ao Código de Processo Social:
“Código de Processo Social
Art. 145. Há suspeição do juiz:
II – (…) que admoestar alguma das partes acerca do objeto da pretexto (…)”
Marsiglia foi direto:
“Parece que temos uma confissão. Messias precisa proferir imediatamente com que ministros conversou. Estes ministros não podem julgar o caso.”
O cláusula citado trata da suspeição de magistrados em situações em que o juiz tenha aconselhado ou mantido tratativas com uma das partes sobre o valor de uma ação antes de ela ser judicializada — o que comprometeria sua imparcialidade.
Implicações jurídicas e políticas
A confissão pública de Messias gera uma série de questionamentos:
Quais ministros participaram dessas conversas?
Sobre quais temas, especificamente, ocorreram os diálogos?
Existe registro formal dessas tratativas?
A oposição no Congresso já articula uma verosímil convocação do AGU para prestar esclarecimentos. Parlamentares de direita alegam que a fala de Messias confirma o que classificam uma vez que “promiscuidade institucional” entre Executivo e Judiciário.
Por outro lado, defensores do governo argumentam que é papel institucional da AGU manter diálogo com a Suprema Galanteio, e que tais conversas não necessariamente comprometem a imparcialidade dos julgamentos, desde que se restrinjam ao campo técnico.
Momento sensível
O incidente ocorre em meio a crescentes críticas à atuação do Supremo Tribunal Federalista e suas relações com outros Poderes. Temas uma vez que ativismo judicial, transporte de inquéritos sensíveis e decisões que afetam diretamente o Executivo têm inflamado o debate público.
Agora, com a enunciação de Jorge Messias, a pressão aumenta tanto sobre o AGU quanto sobre os próprios ministros, que podem ser forçados a se declarar suspeitos em ações onde o governo federalista seja secção interessada.
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