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Justificativa de Barroso para manter julgamento do 8/1 no STF gera polêmica
Em entrevista à Revista Oeste, o presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), Luís Roberto Barroso, explicou por que o STF insiste em julgar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, mesmo aqueles sem mesada privilegiado.
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Questionado sobre a legitimidade de processar réus sem privilégio de mesada diretamente no STF — o que impede recursos em instâncias inferiores —, Barroso respondeu com rijeza. Segundo ele, as críticas fazem segmento de uma “narrativa falsa” que ignora a sisudez dos crimes.
“O país vive uma polarização que leva muitos a repetir inverdades ou a comentar o que desconhecem. Estamos falando de crimes gravíssimos, porquê tentativa de golpe de Estado, supressão violenta do Estado Democrático de Recta e ruína do patrimônio público”, afirmou.
Barroso justificou que a cultura do STF se sustenta porque os atos ocorreram dentro e contra a própria Namoro. Aliás, há réus com mesada peculiar, o que, segundo ele, justifica manter todos os processos sob a competência do Supremo.
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O ministro ainda alegou que os acusados estão sendo julgados de forma individualizada, com base em vídeos, fotos, confissões e demais provas. Para aqueles que não participaram diretamente dos atos violentos — porquê os que permaneceram nos acampamentos sem invadir prédios —, o STF ofereceu Negócio de Não Persecução Penal. Esse pacto previa multa, restrição do uso de redes sociais por dois anos e um curso sobre democracia. Quem aceitasse, não seria recluso e teria o passaporte restituído.
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Porém, Barroso destacou que muitos rejeitaram o pacto, o que, segundo ele, demonstra “radicalismo político antidemocrático”, uma vez que não reconhecem a legitimidade do atual governo.
A transporte dos processos pelo STF, sem prometer aproximação às instâncias recursais tradicionais, continua gerando duras críticas de juristas, especialistas e setores da sociedade social, que apontam violações ao devido processo lícito e questionam a concentração do julgamento na Namoro Suprema.
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https://www.newsatual.com/barroso-julgamento-8-de-janeiro-stf//Manancial/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE









