O verba obtido a partir do esquema de “rachadinha” realizado no gabinete do deputado federalista André Janones (Avante-MG) foi usado para diversas finalidades, que incluíram até clínicas de estética. A informação consta na investigação realizada pela Polícia Federalista (PF) sobre o caso e foi revelada pela revista Veja neste domingo (30).
Segundo a publicação, Janones deu início ao esquema de embolso de salário de seus assessores logo que assumiu o missão, em 2019. Ao todo, teriam sido movimentados R$ 131 milénio por meio do uso de um cartão de crédito do gerente de gabinete. No relatório de peroração das investigações, a PF aponta que os valores serviram para bancar despesas pessoais, incluindo mais de R$ 3 milénio em clínicas de estética.
Aliás, as investigações também identificaram o pagamento de faturas em supermercado, postos de combustíveis, drogaria, restaurantes, lojas de roupas e um núcleo de formação de condutores. No totalidade, foram gastos R$ 25 milénio em móveis e eletrodomésticos e outros R$ 12 milénio com vestuário. As compras se concentraram nas cidades de Brasília (DF) e Ituiutaba (MG).
Em razão do esquema, a PF indiciou Janones em setembro do ano pretérito pelos crimes de devassidão passiva, peculato e associação criminosa. O político, porém, firmou um conciliação de não persecução penal com a Procuradoria-Universal da República (PGR), que foi validado pelo Supremo Tribunal Federalista (STF), o que, juridicamente, limpou a ficha do deputado.
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