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Reivindicações específicas aos governos
A Flotilha Global Sumud (GSF) formulou três demandas principais direcionadas principalmente ao Brasil e Espanha, embora também se dirija à comunidade internacional porquê um todo. O coletivo solicita a promoção ativa da libertação dos presos, o estabelecimento de “investigações públicas independentes” sobre a conquista dos ativistas em território marítimo internacional e a emprego de “sanções significativas” contra Israel por suas “contínuas violações do recta internacional”.
As exigências se estendem também à responsabilização de Israel pelo ocorrido, incluindo o que denominam “genocídio em curso em Gaza e pela limpeza étnica na Cisjordânia”.
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Críticas ao sistema judiciário israelense
A organização manifestou severas críticas ao funcionamento dos tribunais israelenses. “A decisão de hoje reflete um padrão mais alargado em que os tribunais de ocupação israelitas legitimam a detenção proibido e a violência estatal em casos que envolvem palestinianos e os seus aliados”, declarou a GSF em seu pronunciamento solene.
O grupo prosseguiu apontando falhas estruturais: “Os processos baseados em provas secretas e em supostos problemas de segurança têm suscitado, há muito tempo, sérias preocupações entre os especialistas jurídicos internacionais quanto à escassez de garantias processuais e ao uso contínuo do sistema jurídico para estribar políticas que violam o recta internacional”.
Intensificação das ações de protesto
A flotilha anunciou o início de uma novidade tempo de mobilização, prometendo ampliar suas ações de resistência social. Os protestos começarão na segunda-feira em Bruxelas, com a instalação de acampamentos que posteriormente se expandirão para outras capitais europeias.
Extensão da prisão e acusações formais
Na manhã de domingo, as autoridades israelenses confirmaram a prorrogação da detenção de Abukeshek e Ávila por mais dois dias, contrariando parcialmente o pedido da Procuradoria do Estado israelense, que havia solicitado quatro dias adicionais. A decisão veio acompanhada de uma lista detalhada de supostos crimes atribuídos aos dois ativistas.
O meio jurídico Adalah, responsável pela resguardo legítimo dos detidos, divulgou as acusações formais em expedido solene. Entre os crimes alegados estão “colaborar com o inimigo em tempo de guerra, contactar um agente estrangeiro, pertencer a uma organização terrorista e prestar-lhe serviços, muito porquê transferir bens para uma organização terrorista”.
Oposição jurídica da detenção
O Adalah reagiu imediatamente contestando a legitimidade das acusações. O meio jurídico argumentou que “não existe fundamento jurídico para a emprego destes crimes a cidadãos estrangeiros em águas internacionais”.
Os dois membros da expedição marítima faziam segmento de uma frota composta por 58 embarcações que, pelo segundo ano seguido, tentava romper o bloqueio imposto à Fita de Gaza para entregar auxílio humanitário. Chegaram ao porto de Ashkelon, cidade costeira no sul de Israel, na manhã de sábado, posteriormente permanecerem sob custódia da Marinha israelense por dois dias adicionais.
Denúncias de violação de direitos
Diversas organizações de direitos humanos, muito porquê o próprio governo espanhol, classificaram a operação das forças israelenses porquê um “sequestro”. A caracterização se baseia no veste de a interceptação ter ocorrido em águas internacionais, a aproximadamente 1.150 quilômetros de intervalo da Fita de Gaza.
O Adalah denunciou no sábado a ocorrência de maus-tratos físicos contra os representados por segmento das autoridades israelenses. Uma vez que forma de protesto, ambos os ativistas iniciaram uma greve de miséria durante sua permanência na prisão de Shikma, localizada em Ashkelon.
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https://www.contrafatos.com.br/brasil-e-espanha-vao-agir-para-libertar-ativistas-esquerdistas-da-flotilha-global-sumud//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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