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Os agressores filmaram as violações e posteriormente divulgaram as gravações em redes sociais, tornando o violação ainda mais grave pela exposição das vítimas.
Situação dos suspeitos
Conforme informações do secretário, das quatro pessoas envolvidas, três adolescentes já foram apreendidos pelas autoridades. O único adulto participante do violação foi tomado no final da tarde do sábado, 2, em seguida tentar fugir para a Bahia.
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Entrar no grupo
Permanece homiziado unicamente um dos adolescentes identificado uma vez que Christian. “Tem uma pessoa foragida ainda, que é o Christian (jovem atacador). Mas temos equipes negociando com a família nesse momento para ele se entregar, que é melhor pra ele”, explicou Nico Gonçalves.
Os envolvidos responderão pelos crimes de estupro de vulnerável, divulgação de imagem de menor e depravação de menores.
Detalhes da investigação policial
A delegada Janaína da Silva Dziadowczyk, que conduz as investigações, revelou que o caso inicialmente ganhou notoriedade através das redes sociais, sem que houvesse registro formal na delegacia.
“Logo que tomamos conhecimento, os investigadores saíram a campo, conseguiram localizar as vítimas, porque as vítimas estavam sendo pressionadas para não registrarem o boletim de ocorrência na delegacia. Embora na internet estivesse sendo divulgado os vídeos, a família não havia registrado o boletim”, explicou a delegada.
O conhecimento solene do violação só aconteceu quando a mana de uma das vítimas, que havia se mudado da comunidade, recebeu os vídeos, reconheceu a situação e procurou as autoridades. Porém, ela não possuía informações precisas sobre lugar e horário dos crimes.
Pressão da comunidade
Segundo a investigação, as famílias das crianças sofreram pressão da comunidade lugar para não acionarem a polícia. “A família foi pressionada pela comunidade. Eles queriam resolver entre eles e não queriam que a polícia tomasse conhecimento”, disse Janaína da Silva Dziadowczyk.
A delegada ainda revelou que os agressores mantinham convívio próxima com as vítimas, aproveitando-se dessa relação de crédito para executar os crimes. “Eles eram vizinhos e eles conviviam. As crianças tinham crédito neles. Foram soltar pipa. Eles foram atraídos para esse imóvel”, concluiu a responsável pela investigação.
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https://www.contrafatos.com.br/caso-brutal-em-sp-secretario-diz-que-nunca-viu-algo-tao-chocante-apos-estupro-coletivo-de-duas-criancas//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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