A equipe de resguardo do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou uma sintoma solene ao Supremo Tribunal Federalista (STF) informando que ele não teve qualquer contato com os vídeos gravados por seu rebento, o deputado Eduardo Bolsonaro, durante um evento realizado nos Estados Unidos.
A resposta da resguardo ocorreu posteriormente o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na Golpe, estabelecer um prazo estrito de 24 horas para que fossem prestados esclarecimentos sobre um verosímil descumprimento das regras impostas ao ex-chefe do Executivo em seu regime de prisão domiciliar.
A Origem da Suspeita
A controvérsia e a subsequente notificação do STF surgiram a partir de uma gravação realizada durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC) no Texas. Na transmissão, Eduardo Bolsonaro aparece segurando um celular e afirma que enviaria o teor ao pai.
Essa enunciação levantou a suspeita no STF de que o ex-presidente poderia estar recebendo materiais ou utilizando meios de notícia externos, o que é expressamente proibido pelas condições que regem a sua prisão domiciliar humanitária temporária.
Argumentos da Resguardo
Em resposta ao ministro Alexandre de Moraes, os advogados de Bolsonaro sustentaram que o ex-presidente não tinha conhecimento prévio da gravação e tampouco soube da ulterior divulgação do teor nas redes sociais por seu rebento. Segundo o documento apresentado ao STF, não houve qualquer tipo de aproximação ao material pelo ex-mandatário.
Os representantes legais aproveitaram o ofício para sobresair e reiterar que Jair Bolsonaro tem seguido de forma “rigorosa, integral e permanente” todas as determinações judiciais e restrições estabelecidas pelo STF.
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