Na noite da última quinta-feira (19 de março), um incidente aparentemente rotineiro na aviação mercantil brasileira causou arrepios e intensos cochichos nos bastidores do poder. O voo 3796 da LATAM, que faria o trajeto de Brasília para o Rio de Janeiro, teve sua decolagem subitamente abortada.
As portas já estavam fechadas. A aeroplano estava prestes a iniciar o táxi. Foi logo que o comandante decidiu interromper a operação por “protocolo de segurança”. A alegado solene? Uma falta técnica.
Poderia ser exclusivamente mais um contratempo na vida dos viajantes, não fosse por um pequeno grande pormenor: entre os passageiros daquele voo estava o ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), André Mendonça.
A Sombra de Teori Zavascki
É impossível, no Brasil, colocar as palavras “ministro do STF”, “avião” e “falta técnica” na mesma frase sem que a memória coletiva seja imediatamente transportada para o ano de 2017. O incidente reacendeu, entre os presentes e nos grupos de WhatsApp de Brasília, a trágica morte do ministro Teori Zavascki.
Até o presente momento, é preciso ser justo e responsável: não há absolutamente nenhuma evidência de sabotagem, de atentado, ou de qualquer irregularidade. O que ocorreu foi descrito uma vez que uma falta mecânica generalidade, um pouco que ocasionalmente afeta companhias aéreas em todo o mundo. Ninguém ficou ferido. Foi um susto operacional.
As “Meigas” do Poder
Ainda assim, no cenário político atual — onde André Mendonça tem se movimentado de forma destro e contrária a interesses poderosos de certos “grupos” dentro e fora da Namoro (mormente nas recentes manobras envolvendo a delação de banqueiros) —, o possibilidade ganha ares de suspense.
Uma vez que reza o velho e sábio ditado popular, frequentemente atribuído de forma livre ao folclore ibérico ou a Cervantes:
“Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay”. Ou, na versão original da Galícia (Espanha): “Eu non creo nas meigas, mais habelas, hainas”.
O ditado é a tradução perfeita para o sentimento que paira sobre Brasília. É a forma irônica de dizermos que, evidente, não acreditamos em fantasmas, conspirações sombrias ou atentados forjados uma vez que falhas técnicas. Somos céticos. Mas que o poder no Brasil esconde suas “bruxas”… ah, isso esconde.
O “sistema” tem métodos que a razão desconhece. Fica o alerta: é bom que o ministro Mendonça, além de aparar sua caneta no STF, também reforce suas orações antes de embarcar.
O post O voo abortado de André Mendonça e as “bruxas” que assombram Brasília apareceu primeiro em Partido Brasil.
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