A J&F, dos irmãos Batista, transferiu R$ 25,9 milhões para a empresa que comprou as cotas do resort Tayayá, no Paraná, pertencentes ao ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF) Dias Toffoli em 2025.
De conformidade com informações, o pagamento foi feito à PHB Holding por meio de uma única transferência bancária, realizada entre 5 de fevereiro e 6 de outubro de 2025. O relatório não informa a data exata da operação.
Em 21 de fevereiro, a Maridt, empresa dos irmãos Toffoli, vendeu sua participação no resort à PHB Holding, do jurisconsulto Paulo Humberto Barbosa, que tem histórico de atuação para a JBS, empresa do grupo dos irmãos Batista.
O valor da venda das cotas não foi divulgado. Questionados sobre o caso, Toffoli, a PHB Holding e a J&F negaram relação entre os valores. O ministro afirmou que o negócio foi firmado “exclusivamente com a PHB Holding”, sem relação com a J&F, e que as movimentações estão declaradas. Paulo Barbosa disse que os valores recebidos são referentes a serviços advocatícios.
Já a empresa de Wesley e Joesley Batista afirmou que o pagamento foi por honorários e que não é sócia do resort.
O relatório do Coaf, obtido pelo jornal, classifica a transferência porquê atípica. O documento, porém, não detalha o rumo final dos recursos nem cita Toffoli ou a Maridt diretamente.
A operação foi uma das maiores transferências feitas pela J&F no período de oito meses analisado pelo Coaf, que avaliou R$ 1,3 bilhão pagos pela empresa a fornecedores entre fevereiro e outubro de 2025.
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