Jornalista comenta nota divulgada pelo escritório e levanta questionamentos sobre a qualidade dos serviços mencionados no convenção
O debate sobre um contrato de consultoria jurídica firmado entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federalista Alexandre de Moraes, ganhou novos contornos depois comentários do jornalista Eduardo Oinegue.
Durante estudo do caso, ele afirmou que um “documento mal feito” estaria entre os serviços descritos pela carteira porquê secção das atividades prestadas à instituição financeira.
A reparo foi feita quando Oinegue comentava a nota pública divulgada pelo próprio escritório, documento em que a carteira buscou esclarecer quais trabalhos teriam sido executados ao longo da parceria com o banco.
Contrato envolvia consultorias e reuniões técnicas
De convenção com as explicações apresentadas pelo escritório, o convenção com o Banco Master abrangia diferentes frentes de atuação jurídica. Entre elas estariam consultorias relacionadas a compliance, elaboração de pareceres jurídicos e participação em reuniões técnicas.
Segundo a carteira, essas atividades foram realizadas durante um período próximo de dois anos.
O escritório também destacou que o trabalho desenvolvido não teve qualquer vínculo com processos em tramitação no Supremo Tribunal Federalista (STF), argumento apresentado para alongar interpretações de provável relação entre o contrato e a atuação do ministro Alexandre de Moraes na Golpe.
Repercussão cresce depois reportagens sobre valores do contrato
O caso passou a ter maior repercussão pública depois que reportagens indicaram que o contrato poderia atingir valores elevados. As informações geraram questionamentos por secção de analistas e jornalistas sobre o teor efetivo dos serviços prestados.
Nesse contexto, as declarações de Eduardo Oinegue se inserem no debate mais espaçoso que se formou em torno do convenção. A discussão gira principalmente em torno da proporcionalidade entre os serviços descritos e os valores atribuídos ao contrato.
A menção ao “documento mal feito”, citada pelo jornalista, reforça esse questionamento sobre a natureza e a qualidade das atividades mencionadas pelo escritório ao explicar sua atuação junto ao Banco Master.
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