Advogados alertam STF sobre novos sintomas e tardada em laudo pericial
A resguardo do ex-presidente Jair Bolsonaro comunicou ao Supremo Tribunal Federalista um agravamento no estado de saúde do ex-mandatário e pediu urgência na juntada do laudo médico pericial elaborado pela Polícia Federalista. Segundo os advogados, o documento, considerado principal para o curso do processo, não foi entregue dentro do prazo inicialmente estabelecido.
Na petição encaminhada ao relator do caso, a resguardo informa que Bolsonaro voltou a apresentar episódios recorrentes de vômitos e crises prolongadas de soluços, sinais que, na avaliação dos advogados, indicam piora clínica recente. Para eles, a carência do laudo impede uma estudo adequada do quadro e compromete o manobra da ampla resguardo.
Perícia é mediano para decisões sobre restrições
O revista pericial foi determinado no contexto da discussão sobre a situação processual do ex-presidente e a eventual adoção de medidas alternativas à custódia tradicional, condicionadas às conclusões médicas. A resguardo sustenta que a quesito de saúde deve ser considerada fator relevante em qualquer decisão que envolva restrições mais severas à liberdade.
No pedido, os advogados enfatizam que o laudo da PF é uma peça técnica indispensável para subsidiar tanto a sintoma da resguardo quanto a deliberação do STF. Eles afirmam que, sem o documento solene, não é provável confirmar ou confrontar avaliações clínicas já apresentadas por médicos que acompanham Bolsonaro.
STF aguarda documento para definir próximos passos
O caso segue sob estudo do Supremo, que aguarda a epílogo da perícia para determinar os próximos encaminhamentos. Até o momento, não houve sintoma pública sobre a fixação de um novo prazo para a entrega do laudo nem sobre eventual protecção do pedido de urgência apresentado pela resguardo.
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