Estimativa leva em conta as mais de quatro horas do ato liderado por Nikolas Ferreira
A sintoma “Acorda, Brasil”, realizada neste domingo na Terreiro do Cruzeiro, no núcleo de Brasília, reuniu entre 50 milénio e 100 milénio pessoas ao longo de pouco mais de quatro horas de duração. A estimativa foi obtida pela Revista Oeste junto a fontes da Secretaria de Segurança Pública do Região Federalista (SSP-DF), responsável pelo esquema de segurança do evento.
De combinação com os responsáveis pelo seguimento da sintoma, não foi verosímil chegar a um número exato de participantes devido à chuva intensa que atingiu a região durante grande segmento do ato. O uso de guarda-chuvas e a presença de muitos manifestantes acompanhando a mobilização de dentro de veículos — em razão da escassez de vagas de estacionamento — ampliaram a margem da estimativa.
Público manteve mobilização apesar da chuva
Mesmo sob possante precipitação, os participantes permaneceram concentrados enquanto aguardavam a chegada do deputado federalista Nikolas Ferreira (PL-MG) e de aliados políticos. Durante a espera, o grupo entoou gritos de protesto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o Partido dos Trabalhadores.
A animação do público se manteve ao longo de toda a sintoma, apesar das condições climáticas adversas.
Nikolas diz que Brasil “acordou” e nega intenção de tomar o poder
Em seu oração, Nikolas afirmou que o ato não tinha uma vez que objetivo uma “tomada de poder”, mas sim promover uma mudança de rumos no país. O parlamentar disse que chegou a crer que não veria novas manifestações em Brasília e que estava “desesperançoso”.
“Mas, eu tenho certeza de que essa foi a maior estirão da história desse país”, declarou. “Não estamos cá para tomar o poder, mas o Brasil acordou.”
Nikolas também fez críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista. “Alexandre de Moraes, o Brasil não tem pavor de você. Vamos agora ter a missão de ajustar as outras pessoas e essa missão é sua”, afirmou, dirigindo-se aos apoiadores.
Apelos à ensino e críticas à ideologia
Durante a fala, o deputado incluiu pautas ligadas à saúde e à ensino públicas, defendendo melhorias nesses setores. Em um dos trechos mais enfáticos, fez um apelo direto aos profissionais da ensino.
“Professores desse país, acordem e se livrem da ideologia da esquerda”, disse.
Nikolas concluiu o oração afirmando que o país vive um momento crítico. “Estamos cá supra de tudo para poder despertar o país. Estamos em um pesadelo terrível. Não conseguimos mais viver nesse país. Se eles tentarem nos parar, levante não é o término. É unicamente o primórdio.”
Passeio começou em Minas e ganhou força vernáculo
A mobilização teve início de forma simbólica, quando Nikolas, depois satisfazer compromissos em Minas Gerais, decidiu seguir caminhando rumo a Brasília. O gesto começou com um grupo reduzido, mas rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais.
Ao longo do trajeto, parlamentares da oposição e apoiadores de diferentes regiões do país aderiram à iniciativa, transformando a estirão em uma grande prova política. A concentração deste domingo consolidou o movimento uma vez que um dos atos mais comentados do período recente, marcado por polarização política e tensão institucional.As informações são da Revista Oeste.
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