Um registro audiovisual vazado recentemente trouxe à tona revelações dramáticas sobre os momentos que sucederam a tomada de Nicolás Maduro por forças norte-americanas. No vídeo, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirma que ela e outros altos líderes do chavismo receberam ameaças de morte diretas de autoridades dos Estados Unidos, sob a forma de um ultimato para colaborar com a novidade verdade política.
O teor foi gravado durante uma reunião realizada em 10 de janeiro, poucos dias depois a operação contra Maduro, voltada para influenciadores digitais alinhados ao regime. O encontro era orientado pelo portanto ministro das Comunicações, Freddy Ñáñez, com o objetivo de alinhar a narrativa interna em meio à crise.
Participando por telefone e em viva-voz, Rodríguez detalhou a pressão sofrida pela cúpula do governo. “As ameaças começaram no primeiro minuto em que sequestraram o presidente [Maduro]”, declarou Delcy na gravação.
Segundo a presidente interina, a mensagem de Washington foi clara e direta, visando ela, seu irmão Jorge Rodríguez (presidente do Congresso) e Diosdado Cabello (ministro do Interno): “Deram a Diosdado, a Jorge e a mim 15 minutos para responder, ou nos matariam.”
Falsa notícia de morte e “natureza selvagem”
No testemunho de murado de seis minutos, Rodríguez relatou que as autoridades americanas inicialmente informaram que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, haviam sido mortos durante a operação. Diante dessa informação, a trinca de líderes chavistas teria respondido que “estavam prontos para compartilhar o mesmo fado”.
Delcy Rodríguez também expressou profunda surpresa com a intensidade das ações militares dos EUA, que incluíram bombardeios na capital, Caracas. Embora o governo esperasse alguma forma de mediação, ela afirmou que “não pensava” que seria “nessa natureza tão selvagem e criminal em uma confrontação tão desigual”.
Durante a reunião com os comunicadores digitais, a presidente interina fez críticas veladas aos Estados Unidos, sem reportar nomes, referindo-se a eles porquê adversários fora da “estrutura da racionalidade humana” e com “integridade moral muito comprometida”.
Controle de narrativa e prudência estratégica
O vazamento evidencia o esforço da gestão de Rodríguez para gerenciar a informação interna e manter a coesão de sua base de suporte enquanto navega em águas diplomáticas turbulentas. Aos influenciadores, ela pediu que não questionassem “ações que pudessem parecer pouco compreensíveis”, garantindo que a direção política seguia comprometida com objetivos estratégicos e pedindo “paciência e prudência”.
A divulgação dessas ameaças privadas contrasta com a postura pública cautelosa que Delcy tem mantido em relação a Washington. Sua abordagem pragmática lhe rendeu elogios do presidente americano e um invitação, ainda sem data, para uma visitante à Morada Branca.
Delcy Rodríguez enfrenta o duelo de lastrar as demandas internas pelo retorno de Maduro com a urgência de estabilizar o país. Ela tem sido branco de teorias conspiratórias sobre uma suposta colaboração na tomada de Maduro — um tanto que nega veementemente —, alimentadas pela relativa facilidade da operação militar estrangeira.
Enquanto mantém o diálogo com aliados históricos, porquê o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, Rodríguez avança em mudanças econômicas significativas. Na última terça-feira, ela anunciou a ingressão dos primeiros US$ 300 milhões provenientes da venda de petróleo venezuelano, agora sob gestão dos EUA, sinalizando uma novidade tempo nas relações comerciais e diplomáticas do país.
O post Em vídeo vazado, Delcy Rodríguez revela ultimato dos EUA depois tomada de Maduro: “Nos deram 15 minutos para colaborar ou morrer” apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/01/24/em-video-vazado-delcy-rodriguez-revela-ultimato-dos-eua-apos-captura-de-maduro-nos-deram-15-minutos-para-colaborar-ou-morrer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=em-video-vazado-delcy-rodriguez-revela-ultimato-dos-eua-apos-captura-de-maduro-nos-deram-15-minutos-para-colaborar-ou-morrer / Manancial/Créditos -> Partido Brasil Solene







