Jurisconsulto de 75 anos e esposa de 76 foram assassinados a facadas em apartamento de Belo Horizonte e diarista é a principal suspeita do violação
Por ContraFatos 01/07/2026 Atualizado em 01/07/2026
Vítimas foram encontradas pelo rebento dentro do apartamento no bairro São Pedro; mulher fugiu com pertences do par
A Polícia Social de Minas Gerais investiga o homicídio brutal de um par de idosos no bairro São Pedro, em Belo Horizonte. O jurista Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e sua esposa, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos a facadas dentro do próprio apartamento na terça-feira (31). A principal suspeita é uma diarista de 30 anos que prestava serviço pela primeira vez no imóvel.
Cena descrita uma vez que “grotesca” pela polícia
O mandatário Felipe Freitas, gerente do Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), descreveu o cenário encontrado no sítio. “A equipe esteve no sítio. A cena foi grotesca. Muito sangue pela morada afora. Foi de uma extrema barbárie e violência a forma uma vez que os dois idosos foram assassinados”, disse o mandatário.
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De harmonia com a Polícia Social, a perícia identificou 17 facadas no corpo de Cláudio. Maria Clotilde apresentava sete ferimentos causados por objeto perfurocortante. Diversas partes da residência estavam ensanguentadas.
Rebento descobriu o violação ao estranhar pouquidade do pai
A invenção dos corpos ocorreu quando o rebento do par sentiu falta do pai no escritório onde trabalhavam. Preocupado, ele se dirigiu ao apartamento dos pais e deparou-se com a cena de violência.
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Câmeras de segurança flagraram a suspeita deixando o sítio
Imagens captadas pelas câmeras de segurança do prédio registraram a diarista saindo do imóvel na tarde de segunda-feira (30) carregando diversos pertences das vítimas. Entre os itens levados estavam relógios, joias, numerário em espécie, os celulares do par e uma bolsa de grife, que o rebento reconheceu uma vez que sendo da mãe.
Os indícios apontam para violação de latrocínio — roubo seguido de morte. A mulher, de quem nome não foi divulgado pelas autoridades, havia sido indicada para trabalhar no apartamento pela primeira vez naquele dia.
Familiares relataram comportamento suspeito
Parentes da suspeita contaram à polícia que ela chegou em morada na noite de segunda-feira carregando uma mochila. Questionada, alegou ter ganhado os itens que trazia consigo. Na manhã seguinte, deixou a residência afirmando que viajaria para o Espírito Santo acompanhada do rebento.
Celulares foram localizados, mas suspeita segue foragida
Os aparelhos celulares roubados do par já foram encontrados pelas autoridades. A avaliação é de que os telefones tenham sido descartados posteriormente a repercussão do caso. A diarista apontada uma vez que autora do duplo homicídio permanece foragida, e as investigações seguem em curso.
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