Senador lidera quatro cenários e supera o presidente em simulação de segundo vez
O instituto Futura, em parceria com a Apex, divulgou nesta quinta-feira (22) um novo levantamento de intenções de voto para a Presidência da República. O estudo traçou seis cenários para o primeiro vez e mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente avante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em três deles. Na projeção de segundo vez, o parlamentar também aparece em vantagem sobre o petista.
Vantagens distribuídas em metade das simulações
Nos cenários identificados porquê 3, 5 e 6, Flávio Bolsonaro lidera as intenções de voto. Lula, por sua vez, aparece na primeira posição nos outros três recortes apresentados pela pesquisa. Ainda assim, em nenhuma das seis simulações o presidente surge avante do senador fora da margem de erro.
Maior diferença aparece no cenário 6
A maior intervalo entre os dois ocorre no cenário 6. Nesse quadro, Flávio Bolsonaro soma 43,8% das intenções de voto, enquanto Lula registra 38,7%. A simulação inclui unicamente mais dois nomes:
- Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, com 4,2%;
- Renan Santos (Missão), coordenador vernáculo do Movimento Brasil Livre (MBL), com 2,8%.
Nesse cenário, 7,5% dos entrevistados optaram por ninguém, branco ou nulo, enquanto 2,9% não souberam responder, não quiseram opinar ou se declararam indecisos.
Com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, o resultado coloca Flávio na liderança de forma isolada, sem caracterizar empate técnico com o atual presidente.
Lula não supera Flávio fora da margem de erro
Em nenhuma das seis simulações Lula aparece numericamente avante de Flávio fora da margem de erro. No cenário 1, por exemplo, o presidente soma 37% das intenções de voto, contra 33,3% do senador fluminense.
Esse cenário reúne outros cinco nomes na disputa:
- Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo — 10,5%;
- Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás — 3%;
- Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais — 2,6%;
- Renan Santos (Missão), coordenador vernáculo do MBL — 1,2%;
- Aldo Rebelo (Democracia Cristã), ex-ministro da Resguardo — 0,5%.
Nesse recorte, 6,6% dos entrevistados declararam voto em ninguém, branco ou nulo. Outros 5,3% afirmaram não saber, preferiram não responder ou se mostraram indecisos.
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