Movimento diz que jovens atuarão na reconstrução, mas não define datas para as missões
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terreno (MST) anunciou a intenção de enviar brigadas de jovens à Venezuela e à Tira de Gaza. Segundo o movimento, o objetivo é contribuir com processos de reconstrução e compartilhar experiências acumuladas ao longo de décadas de atuação no Brasil.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (21) por uma representante do Setor Internacionalista do MST, durante entrevista à televisão estatal venezuelana.
Reconstrução produtiva e intercâmbio de conhecimentos
A historiadora Simone Magalhães afirmou que o movimento pretende mobilizar uma grande brigada de jovens para atuar tanto na produção quanto na formação de trabalhadores locais.
“O MST do Brasil vai enviar uma grande brigada de jovens para dar perenidade a esse processo, tanto no paisagem produtivo quanto formativo”, declarou.
“Temos a compartilhar nossa experiência na produção de mantimentos agroecológicos e saudáveis, além da agroindústria”, completou. “É um intercâmbio de conhecimentos desenvolvidos ao longo de mais de 40 anos.”
Ação internacional também inclui Gaza
Além da Venezuela, Simone Magalhães informou que o MST também planeja o envio de uma brigada à Tira de Gaza, com a proposta de facilitar agricultores palestinos no processo de reconstrução do território.
Segundo ela, a iniciativa procura “ajudar a fortalecer” os camponeses locais, dentro de uma lógica de cooperação internacional defendida pelo movimento. Apesar do pregão, não foram divulgadas datas, número de participantes ou detalhes logísticos das missões.
Cenário político indefinido nos dois territórios
A Venezuela vive um período de incerteza política desde a conquista de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Em seguida o incidente, Delcy Rodríguez assumiu interinamente a Presidência e tem sinalizado uma aproximação pragmática com interesses norte-americanos, ao mesmo tempo em que mantém um exposição interno de soberania vernáculo.
Na Tira de Gaza, a situação também permanece instável. Embora exista um contrato de tranquilidade em vigor desde o ano pretérito entre Israel e o Hamas, as negociações seguem concentradas na implementação da segunda tempo do pacto.
Essa lanço prevê a rescisão do governo sítio, comandado pelo Hamas, e o desarmamento do grupo, que recebe escora do Irã. Somente em seguida esse processo é que a tempo final de reconstrução do enclave palestino deverá ser discutida e colocada em prática.
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