Decisão serpente dívida de R$ 24,9 milhões e alcança imóveis em superfície sublime de São Paulo
A Justiça de São Paulo determinou a penhora de bens pessoais do empresário João Appolinário, fundador e presidente da Polishop, em um processo que procura o pagamento de uma dívida de R$ 24,9 milhões. A decisão foi assinada pelo juiz Renan Jacó Mota em ação movida pela Versuni Brasil Ltda contra a companhia.
Imóveis no Jardim Paulista entram na mira
No despacho, o magistrado autorizou a penhora de dois imóveis residenciais pertencentes a Appolinário, localizados no Jardim Paulista, uma das regiões mais valorizadas da capital paulista.
Com a decisão, um solene de Justiça, escoltado por um legisperito da empresa credora, deverá comparecer aos endereços indicados para satisfazer o procedimento de penhora.
Credora cita padrão saliente dos imóveis
Nos autos, a Versuni argumentou que, “dada a luxuosidade dos imóveis”, seria provável encontrar ativos de valor relevante capazes de contribuir, ao menos parcialmente, para a quitação do débito milionário.
O processo aponta que João Appolinário figura porquê avalista em um instrumento privado de confissão de dívida assinado pela Polishop em julho de 2023, o que fundamentou a responsabilização direta do empresário.
Resguardo questiona medidas e ainda pode recorrer
Apesar da decisão, Appolinário ainda pode apresentar recurso. Em fevereiro de 2025, diante de outra medida de constrição patrimonial no mesmo processo, a resguardo do empresário alegou “suposto inadimplemento” e sustentou que as decisões judiciais seriam excessivas e desproporcionais.
Projeção na TV com Shark Tank Brasil
Além do varejo, João Appolinário ganhou notoriedade pátrio porquê um dos investidores do programa Shark Tank Brasil, exibido pelo Sony Channel. Na atração, ele atuava porquê um dos “tubarões” responsáveis por determinar projetos e ideias de empreendedores.
Polishop vive temporada de retração
Fundada em 1995, a Polishop construiu um dos modelos omnicanal mais conhecidos do varejo brasílio, integrando televendas, e-commerce e lojas físicas.
No auge, a empresa chegou a operar quase 300 lojas em todo o país e registrou faturamento superior a R$ 1 bilhão em seus melhores anos.
Nos últimos tempos, porém, a companhia enfrentou uma potente retração. A rede física foi reduzida para tapume de 50 unidades, entre lojas próprias e franquias. O período recente também foi marcado por ações de lixo em shoppings, renegociações com credores e pedidos de recuperação judicial.
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