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Banco Médio barra aproximação a informações sobre reuniões de Moraes e Galípolo
O Banco Médio do Brasil (BC) decidiu impor sigilo e omitir o teor de duas reuniões realizadas entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), e o presidente da domínio monetária, Gabriel Galípolo, nas quais teria sido discutida a emprego da Lei Magnitsky.
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A informação consta em resposta a um pedido feito com base na Lei de Chegada à Informação (LAI) pelo deputado federalista Luiz Philippe de Orléans e Bragança. Segundo revelou o portal O Contraditor, o BC justificou a negativa alegando que o teor dos encontros envolve “riscos à salvaguarda e à segurança da sociedade e do Estado”.
Apesar dessa justificativa, o Banco Médio afirmou não manter registros das discussões realizadas durante as reuniões, o que gerou questionamentos adicionais sobre os procedimentos internos da instituição.
Reuniões fora da agenda solene
No término de 2025, a colunista Malu Gaspar, do jornal O Orbe, revelou que Alexandre de Moraes teria procurado Gabriel Galípolo para interceder em obséquio do Banco Master antes da liquidação da instituição financeira.
As conversas teriam ocorrido no término de julho daquele ano. À estação, a esposa de Moraes mantinha contrato com potencial de remuneração de até R$ 129 milhões. Foram registrados ao menos cinco contatos, incluindo uma reunião presencial. Nenhum desses encontros constou nas agendas oficiais.
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Em seguida a divulgação do caso, Moraes confirmou a realização de dois encontros com Galípolo, em 14 de agosto e 30 de setembro, alegando que o tema tratado foi exclusivamente a emprego da Lei Magnitsky. Ainda assim, as reuniões não apareceram nos registros oficiais do ministro.
Críticas à resposta do Banco Médio
Na resposta enviada ao deputado Luiz Philippe, o Banco Médio não informou o proporção de sigilo aplicado, tampouco indicou a domínio responsável pela classificação das informações ou o prazo de restrição, uma vez que exige a legislação.
Para o parlamentar, a situação revela uma incoerência institucional. Segundo ele, ou existem informações sigilosas sem a devida classificação permitido, ou não há registros formais das reuniões — o que conflita com declarações públicas do próprio presidente do BC sobre a documentação de todos os atos da instituição.
“O caso exige esclarecimentos compatíveis com os deveres constitucionais de transparência, publicidade e controle público”, afirmou Luiz Philippe. Segundo ele, se as informações existem e estão sob sigilo, a resposta do Banco Médio é incompleta por não apresentar os critérios legais exigidos. Caso contrário, há inconsistência com declarações anteriores da presidência da domínio monetária.
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