Nicolasito afirma que presidente ignorou telefonema em meio à operação militar
O deputado venezuelano Nicolás Maduro Guerra, espargido uma vez que Nicolasito, afirmou que tentou vincular para o pai, o portanto ditador Nicolás Maduro, no momento em que percebeu que a Venezuela estava sob ataque durante a operação militar dos Estados Unidos, na madrugada de 3 de janeiro. Segundo ele, a relação foi recusada.
De pacto com o relato, as primeiras explosões foram ouvidas por volta das 2h da manhã, inicialmente em sequência, incluindo registros na capital Caracas. Ao perceber a seriedade da situação, Nicolasito disse ter feito diversas ligações para entender o que estava acontecendo.
“Ele viu a relação e desligou”, diz rebento do ex-presidente
Em seu testemunho, Nicolasito afirmou que, ao concluir que se tratava de um ataque em larga graduação, decidiu vincular diretamente para o pai.
“Às 2h da manhã do dia 3 de janeiro, ouvimos a primeira explosão de um míssil. Em seguida, uma segunda explosão foi ouvida em Caracas. Imediatamente fiz ligações para entender a situação. Naquele momento, concluí que estávamos sob ataque. Liguei imediatamente para meu pai, o presidente. Ele viu minha relação; eu sabia que ele tinha visto porque desligou o telefone imediatamente”, relatou.
Segundo ele, nenhum contato com Maduro foi verosímil nas horas seguintes, o que gerou mortificação dentro do círculo familiar.
Família temeu que Maduro tivesse sofrido um pouco grave
Nicolasito afirmou que, diante da privação de informação, chegou a surgir o temor de que o portanto presidente tivesse sido ferido, tomado ou envolvido em qualquer incidente grave durante a ofensiva.
“Em qualquer momento da madrugada, chegamos a pensar que ele poderia ter se envolvido em qualquer incidente infeliz”, declarou.
Críticas duras à ação dos Estados Unidos
Ao relembrar os primeiros momentos da operação, Nicolás Maduro Guerra fez duras críticas à atuação dos Estados Unidos, classificando o incidente uma vez que uma invasão militar.
“Isto é uma invasão militar. Todos os tratados internacionais foram desrespeitados e o recta internacional foi gravemente violado. Um gerente de Estado e sua esposa, que gozam de isenção ao abrigo do recta internacional, foram sequestrados. Exigimos a sua libertação imediata e o seu retorno à pátria”, afirmou.
Operação deixou dezenas de mortos
Segundo o Ministério do Interno da Venezuela, a operação militar conduzida pelos Estados Unidos teria provocado ao menos 100 mortes em território venezuelano, ampliando a crise política, diplomática e humanitária no país.
O incidente segue gerando repercussão internacional e aprofundando o debate sobre mediação militar, soberania pátrio e limites do recta internacional.
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