Reportagens veiculadas pela prelo dos Estados Unidos trouxeram à tona os detalhes de uma missão diplomática não solene protagonizada pelo bilionário brasílico Joesley Batista. Segundo as informações, o empresário viajou a Caracas, na Venezuela, no final de novembro, com o objetivo de convencer o ditador Nicolás Maduro a renunciar e deixar o poder.
Em um momento de vácuo nas negociações oficiais, Batista assumiu o papel de emissário para tentar resolver a crise venezuelana. De consonância com três pessoas familiarizadas com o encontro, o ponto médio das discussões foi um projecto estruturado para a saída do líder chavista.
A oferta de exílio e a reação de Maduro
Fontes relataram que foi oferecida a Maduro a possibilidade de exílio na Turquia ou em outro país que aceitasse recebê-lo. As negociações sobre um verosímil asilo em território turco já estariam ocorrendo pelo menos desde novembro, segundo uma pessoa a par das deliberações da governo Trump. O pacote incluiria “garantias” de que Maduro não seria extraditado para os Estados Unidos.
A proposta, todavia, encontrou poderoso resistência. Maduro e sua esposa teriam reagido com “indignação” à oferta de repúdio e exílio, informaram as fontes ouvidas. Procurada pela prelo americana, a Embaixada da Turquia em Washington não respondeu aos pedidos de glosa.
A lista de exigências americanas
Joesley Batista, magnata do setor de carnes com interesses comerciais tanto nos EUA quanto na Venezuela, não chegou a Caracas de mãos vazias. Ele apresentou uma lista de quatro pontos cruciais alinhados aos interesses de Washington:
Garantia de chegada dos Estados Unidos a minerais de terras raras na Venezuela.
Aproximação americano às reservas de petróleo do país.
O rompimento das relações históricas entre a Venezuela e Cuba.
A efetiva saída de Maduro do país.
Ducto com a Lar Branca
Embora não fosse um diplomata de curso, Batista já havia atuado anteriormente porquê intermediário em negociações comerciais, especificamente sobre tarifas impostas pelo logo presidente Donald Trump a produtos brasileiros.
Um sobranceiro funcionário da Lar Branca confirmou à prelo americana que, em seguida a viagem a Caracas, Batista transmitiu suas conclusões à governo Trump. O solene ressaltou que o empresário brasílico “não estava agindo a mando dos Estados Unidos”, mas confirmou que os relatos e conclusões trazidos por ele foram “levados em consideração” pelo governo americano.
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