Relator do PL da Dosimetria critica decisão do Planalto e diz que presidente escolheu o confronto
O deputado federalista Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do PL da Dosimetria na Câmara dos Deputados, reagiu com rijeza ao veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto ratificado pelo Congresso Vernáculo em dezembro. Para o parlamentar, a decisão rompe um envolvente de distensão institucional e recoloca o país em rota de conflito político.
O veto foi assinado por Lula durante o ato denominado “Resguardo da democracia”, realizado em referência aos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023. A cerimônia ocorreu sem a presença dos presidentes Edson Fachin (STF), Hugo Motta (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado). Ainda assim, o presidente confirmou o veto diante da militância de esquerda presente no evento.
Sátira ao Planalto e à transporte política
Em nota pública, Paulinho da Força afirmou que o gesto do presidente representa um desprestígio deliberado ao trabalho do Legislativo. Segundo ele, o Congresso construiu uma solução jurídica equilibrada para tratar as condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro, mas teve esse esforço desconsiderado.
“O Congresso Vernáculo entregou ao presidente Lula a bandeira branca da sossego institucional do Brasil, fruto de um trabalho sério, responsável e amplamente dialogado”, declarou. “Ao vetar esse projeto, Lula desconsidera uma construção coletiva do Congresso e reabre tensões que já haviam sido superadas, optando pelo confronto em vez do diálogo.”
O deputado ressaltou ainda que o texto foi ratificado tanto pela Câmara quanto pelo Senado, em seguida espaçoso debate entre parlamentares de diferentes espectros políticos.
Reconhecimento internacional citado pelo relator
De congraçamento com Paulinho, o projeto chegou a receber elogios no exterior, sendo interpretado porquê um gesto de maduração institucional do Brasil. “O projeto foi reconhecido e elogiado internacionalmente, inclusive pelos Estados Unidos, porquê um sinal simples de firmeza, maturidade democrática e pacificação do país”, afirmou o parlamentar.
Dosimetria não é anistia, diz deputado
O relator também rebateu o principal argumento usado pelo governo para justificar o veto, o de que o projeto teria caráter anistiante. Segundo ele, essa tradução não corresponde ao teor da proposta.
“Reafirmo: dosimetria não é anistia”, afirmou. “Não apaga crimes, mas garante justiça proporcional, segurança jurídica e saudação à Constituição.”
Na avaliação do deputado, o veto envia uma mensagem negativa ao cenário internacional. “Em um mundo marcado por conflitos, o veto de Lula envia ao mundo um sinal perigoso: o de que o Brasil não procura a sossego institucional, mas o confronto permanente”, disse.
Movimento para derrubar o veto
Paulinho da Força afirmou que já atua para derrubar o veto presidencial no Congresso Vernáculo. Segundo ele, o objetivo é restabelecer o diálogo entre os Poderes e continuar na pacificação política do país.
“Estou trabalhando para derrubar esse veto e contribuir para a pacificação institucional do Brasil, com firmeza, responsabilidade e compromisso com a democracia”, declarou. “Quem carrega a bandeira da sossego não se curva ao autoritarismo, não aceita retrocessos e não foge da luta.”
Evento esvaziado na Rossio dos Três Poderes
Enquanto o veto era assinado, a Rossio dos Três Poderes, em Brasília, registrava grave público na revelação convocada pela base de base do governo em resguardo da “democracia”. O ato ocorreu em seguida a cerimônia institucional no Palácio do Planalto.
Assim porquê em 2025, a terreiro apareceu esvaziada. De congraçamento com informações obtidas pela Oeste junto a fontes da segurança pública, murado de milénio pessoas participaram da revelação.
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