Saída do ministro já era esperada no Planalto; sucessor ainda não foi anunciado
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, formalizou sua saída do governo ao entregar a missiva de exoneração ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Embora a decisão já estivesse sendo aguardada desde a terça-feira, 6, a publicação solene do desligamento no Quotidiano Solene da União está prevista somente para sexta-feira, 9.
Lewandowski estava adiante da pasta desde fevereiro do ano pretérito, período em que comandou áreas estratégicas da segurança pública federalista. A estrutura do ministério sob sua gestão engloba órgãos porquê a Polícia Federalista, a Polícia Rodoviária Federalista e a Força Pátrio.
Planalto já aguardava a saída
Integrantes do governo relataram que o portanto ministro comunicou a auxiliares, ainda no início de dezembro, sua intenção de antecipar a saída do missão. Nos últimos dias, ele teria esvaziado o gabinete no Palácio da Justiça, em Brasília, sinalizando que a decisão já estava tomada.
A mudança ocorre em um momento de maior exposição do debate sobre segurança pública no Brasil e também na América Latina. O prolongamento de organizações criminosas e os conflitos entre facções intensificaram a pressão sobre o governo federalista, mormente depois a Operação Contenção, realizada no Rio de Janeiro.
A ação teve porquê cândido integrantes da partido criminosa Comando Vermelho e resultou em 117 mortes, sendo 108 atribuídas a membros da organização, o que ampliou o escrutínio público sobre a meio da política de segurança.
Interinidade e indefinição sobre o novo ministro
Até a última atualização, o Planalto ainda não havia divulgado o nome do novo titular da pasta. A tendência é que o secretário-executivo do ministério, Manoel Almeida, assuma o comando de forma interina, enquanto o governo define o substituto definitivo.
Trajetória de Ricardo Lewandowski
Indicado ao Supremo Tribunal Federalista (STF) em 2006, durante o segundo procuração de Lula, Ricardo Lewandowski permaneceu 17 anos na Namoro. Ao longo desse período, participou de julgamentos de grande impacto pátrio.
Foi revisor do processo do mensalão do PT e presidiu, no Senado, a sessão que conduziu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Também atuou porquê relator em ações relacionadas à Lei da Ficha Limpa, ao veto ao nepotismo e às cotas raciais em universidades federais.
Antes de chegar ao STF, iniciou sua curso jurídica em 1990. É formado em Recta pela Faculdade de São Bernardo do Campo e acumulou passagens por diferentes instituições ligadas à dimensão jurídica e institucional.
Entre outras funções, presidiu o Parecer de Assuntos Jurídicos da Confederação Pátrio da Indústria, o Observatório da Democracia da Advocacia-Universal da União e o Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul.
Atuação fora do governo
Em seguida deixar o STF, em 2023, e antes de assumir o Ministério da Justiça, Lewandowski prestou consultoria ao Banco Master, instituição que atualmente é cândido de investigação por fraude financeira.
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