A Vivenda Branca realizou nesta segunda-feira, 15, uma homenagem ao ativista conservador Charlie Kirk, morto na última quarta-feira, 10, depois de ser baleado durante um evento em uma universidade. A cerimônia contou com a participação de Karoline Leavitt, porta-voz do governo Trump, que discursou em memória do influenciador.
Leavitt destacou o envolvente de comoção logo no início de sua fala. “É realmente reconfortante estar rodeada de tantas pessoas boas, fiéis e tementes a Deus, em um momento em que todos ainda estamos de luto”, afirmou. “Estamos com raiva pelo assassínio de um norte-americano lendário e companheiro de tantos nesta sala e em todo o país.”
+ Leia mais notícias do Mundo em Oeste
A porta-voz ressaltou que sua própria trajetória política foi impactada pelo escora de Kirk. “Eu não estaria nesta posição se não fosse pelos esforços heroicos de Charlie Kirk, que mudou a maré política entre os jovens neste país e ajudou a conduzir a vitória histórica do presidente Trump”, disse.
Segundo Leavitt, o trabalho de Kirk foi fundamental desde a instalação da Turning Point, organização criada em uma garagem há mais de dez anos. “O trabalho importante que está sendo feito todos os dias na Vivenda Branca acontece em grande secção devido ao sangue, suor e lágrimas que Charlie derramou neste movimento”, completou.
Leavitt também lembrou que, quando lançou sua candidatura ao Congresso aos 23 anos, em 2022, foi apoiada de inesperado pelo influenciador. “Charlie e sua equipe me acolheram de braços abertos e apoiaram minha campanha”, recordou. “Quando despejaram numerário nas campanhas de meus oponentes, Charlie e a Turning Point investiram em mim para me ajudar a chegar à risca de chegada.”
Durante o exposição, a secretária de prelo enfatizou a mensagem religiosa e patriótica defendida por Kirk. “Charlie abraçou nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e proclamou o evangelho com ousadia”, afirmou. “Ele incentivava os jovens a se matrimoniar, ter filhos e festejar o excepcionalismo norte-americano. Ele acreditava firmemente que a América é o maior país da história do mundo.”
Leavitt encerrou sua fala com uma passagem bíblica. “Romanos 12:21: ‘Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o muito’”, citou. “Não podemos permitir que o mal prevaleça em nosso país. Devemos nos comprometer a fazer o muito — para Deus, para nossas famílias e para nossa país. Nessa ordem, a ordem que Charlie sempre falava.”
O assassínio
Charlie Kirk foi atingido por disparos enquanto discursava ao ar livre em um evento na Universidade Utah Valley. O vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que ele é baleado e cai imediatamente depois do estrondo. Levado ao hospital por seguranças particulares, Kirk chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. Ele tinha 31 anos e deixou a mulher, Erika, e duas filhas.
Tyler Robinson, de 22 anos, morador de Utah, confessou o assassínio. Ele foi entregue à polícia pelo próprio pai, com intermediação de um pastor evangélico. Horas antes da prisão, investigadores divulgaram fotos e vídeos do suspeito.
Segundo a polícia, o suspeito efetuou um único disparo de uma posição elevada, a respeito de 200 metros da tenda onde Kirk estava sentado. Testemunhas relataram que ele vestia jeans, camisa preta, colete e portava um rifle longo.
Quem era Charlie Kirk
Nascido em 14 de outubro de 1993, em Illinois, Kirk fundou em 2012 a Turning Point, organização dedicada a engajar universitários em pautas conservadoras, uma vez que livre-mercado e valores judaico-cristãos. Também apresentava o The Charlie Kirk Show, transmitido em formato de podcast e rádio.
Ao longo dos últimos anos, consolidou-se uma vez que uma das principais vozes do conservadorismo jovem nos Estados Unidos, ao lado de nomes uma vez que Ben Shapiro e Candace Owens.
Em mensagem publicada nas redes sociais, Trump lamentou a perda. “Ninguém compreendia a juventude dos Estados Unidos melhor do que Charlie”, escreveu. “Ele era estremecido e admirado por todos, mormente por mim, e agora não está mais entre nós. Melania e meus pêsames à sua linda mulher Erika e à família. Charlie, nós te amamos!”
Leia também: “A América sempre reage”, cláusula de Ana Paula Henkel publicado na Edição 242 da Revista Oeste
Leia mais:
https://revistaoeste.com/mundo/casa-branca-homenageia-charlie-kirk-mudou-a-politica-entre-os-jovens//Natividade/Créditos -> REVISTA OESTE






