
CLIQUE E ASSISTA AGORA O Banco do Brasil denuncia Eduardo Bolsonaro por fake news à AGU posteriormente vídeo prevendo falência
Instituição solicita que a Advocacia-Universal da União adote medidas jurídicas para sustar a desinformação e preservar a integridade do sistema financeiro e das instituições democráticas
O Banco do Brasil (BB) denunciou o deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP) à Advocacia-Universal da União (AGU) por uma série de publicações nas redes sociais. A instituição financeira alega que o parlamentar disseminou desinformação com o objetivo de prejudicar a imagem do banco e incitar um pânico bancário entre os correntistas. A denúncia, que também inclui o deputado federalista Gustavo Gayer (PL-GO) e o legista Jeffrey Chiquini, aponta que as publicações contêm “informações falsas” e “incitação à retirada de recursos”. Em um dos vídeos divulgados, Eduardo Bolsonaro afirmou que o banco iria à falência e seria “retalhado das relações internacionais”.
A campanha nas redes sociais teve início posteriormente o Banco do Brasil cancelar o cartão de crédito internacional (bandeira Mastercard) do ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Alexandre de Moraes, e substituí-lo por um de bandeira pátrio (Gavinha). Segundo o deputado, a ação seria uma retaliação à suposta emprego da Lei Magnitsky contra o ministro.
Em transmitido, o Banco do Brasil classificou as publicações uma vez que difamatórias e declarou que “tomará todas as medidas legais cabíveis para proteger sua reputação”. A instituição reforçou que a divulgação de informações falsas sobre o sistema financeiro é transgressão, previsto na Lei 7.492/1986, com pena de reclusão de dois a seis anos, além de multa. O caso também repercutiu no governo federalista. O ministro da Quinta, Fernando Haddad, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmaram que a campanha está ligada a apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Uma delas é um vídeo do deputado federalista Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos. Na peça, publicada na última quarta-feira (20), o parlamentar diz que o Banco do Brasil será “retalhado das relações internacionais” e irá à falência devido a um não-cumprimento da Lei Magnitsky, imposta pelo governo americano. O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) também é denunciado.
No pedido enviado à AGU, o BB afirma que ao disseminar informações falsas, os denunciados estariam cometendo crimes contra o Estado Democrático de Recta, a soberania pátrio e o Sistema Financeiro Vernáculo, além de violação de sigilo bancário e maledicência. Caso a AGU aceite os argumentos do BB, deve ser enviada uma ação à Justiça.
Haddad fala em ataque orquestrado
Em entrevista ao Jornal GGN, no último sábado (23/8), o ministro da Quinta, Fernando Haddad, afirmou que tem ocorrido um “ataque” de forma organizado por segmento do bolsonarismo ao Banco do Brasil nas redes sociais, com pessoas defendendo o saque de valores.
Segundo ele, os ataques à instituição também acontecem na forma de projetos de lei em tramitação no Congresso Vernáculo e que o objetivo dessas propostas seria piorar a situação do banco.
"Há projetos de lei no Congresso para perdoar dívidas do agronegócio, que não está com problemas, no Banco do Brasil. Está aumentando a inadimplência no Banco do Brasil por uma ação concertada, deliberada, de bolsonaristas que estão tentando minar as instituições públicas", acusou.
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