Em editorial publicado neste domingo, 27, o jornal Folha de S.Paulo classificou porquê intolerável o demora na obtenção de livros didáticos pelo governo Lula. Segundo o veículo, diante dos baixos índices de aprendizagem no país, a atual gestão trata com desmazelo a entrega de ferramentas fundamentais para o ensino, porquê os materiais escolares.
O Ministério da Ensino (MEC) ainda não encomendou boa segmento dos 240 milhões de livros didáticos previstos para o ano letivo de 2025. Mesmo com verba disponível, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva repete atrasos que já marcaram os anos anteriores da atual gestão.
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Segundo a Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais, a gestão deveria ter realizado os pedidos até agosto. Esse prazo garante tempo suficiente para sensação, logística e distribuição dos materiais às escolas da rede pública.
Até agora, o governo comprou livros unicamente para português e matemática nos anos iniciais do ensino fundamental. Ao todo, adquiriu murado de 23 milhões dos 59 milhões necessários para todas as disciplinas.
Nenhum réplica de história, geografia nem ciências para o 1º ao 3º ano foi obtido. Também faltam livros de artes para os alunos do 1º ao 5º ano. Esse tipo de material precisa de reposição anual.
Nos anos finais do fundamental, de 6º ao 9º ano, o cenário se repete. O governo encomendou unicamente 3 milhões de exemplares de português e matemática. Faltam murado de 9 milhões para ocultar as demais disciplinas.
Já na Ensino de Jovens e Adultos, estima-se um déficit de até 10 milhões de livros. Já no ensino médio, reformulado recentemente, murado de 84 milhões de exemplares ainda não foram comprados nem entregues de forma completa.
A situação das obras de literatura revela um problema mais idoso. Murado de 40 milhões de livros estão em falta. Desse totalidade, 30 milhões deveriam ter sido comprados em 2023, e os outros 10 milhões, no ano pretérito.
Em 2024, quando os primeiros atrasos vieram à tona, o Fundo Pátrio de Desenvolvimento da Ensino atribuiu a culpa à gestão anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro. À idade, o governo Lula já estava no final do segundo ano de procuração.
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Segundo o editorial, agora, no terceiro ano da governo petista, o argumento perdeu qualquer força.
O dispêndio totalidade dos 240 milhões de livros gira em torno de R$ 3,5 bilhões. O orçamento atual do Programa Pátrio do Livro Didático, no entanto, soma unicamente R$ 2,04 bilhões. Depois da repercussão negativa, o MEC informou que garantiu os recursos para ocultar a diferença. Apesar disso, os cronogramas de obtenção seguem incompletos.
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