A cantora Preta Gil, que faleceu neste domingo (20) aos 50 anos, expressou em vida um libido privativo a amigos mais próximos: ser velada em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, e sepultada na Bahia, estado que considerava seu verdadeiro lar afetivo e onde vive a maior secção de sua família.
A informação foi divulgada pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, com base em conversas com pessoas do círculo íntimo da artista. Segundo essas fontes, Preta estava cônscio da sisudez do seu quadro de saúde e compartilhou seus desejos com serenidade e lucidez.
Até o momento, não há confirmação solene sobre a programação do velório e do enterro. A família deve se pronunciar nas próximas horas com detalhes sobre as cerimônias.
Morte ocorreu nos EUA, depois complicações de saúde
Preta Gil faleceu nos Estados Unidos, onde estava desde maio realizando um tratamento experimental contra o cancro colorretal, diagnosticado em janeiro de 2023. Segundo relatos, a cantora passou mal dentro de uma ambulância enquanto se dirigia ao aeroporto para retornar ao Brasil. Ela foi levada de volta ao hospital, mas não resistiu.
A artista foi acompanhada, nos últimos dias, por amigos e familiares. A atriz Carolina Dieckmann, uma das mais próximas de Preta, esteve com ela no exterior e expressou profunda dor nas redes sociais, dizendo que “voltou ao Brasil sem a amiga”, em referência à perda devastadora.
Curso, luta e legado
Filha do cantor Gilberto Gil, Preta se destacou por sua voz poderosa, carisma e autenticidade. Com uma trajetória marcada por música, ativismo e empatia, ela transformou sua luta contra o cancro em um testemunho público, informando e inspirando milhares de brasileiros ao compartilhar com transparência as etapas do tratamento.
Diagnosticada com adenocarcinoma colorretal, um tipo de tumor que afeta a secção final do tripa, Preta passou por cirurgias, sessões de quimioterapia e internações. Ao longo do processo, manteve uma postura positiva, sempre acompanhada pelo carinho dos fãs e da família.
Despedida com raízes profundas
Para Preta Gil, o Rio de Janeiro representava o palco e o início de sua trajetória, mas a Bahia era seu porto seguro, lar de memórias, raízes familiares e espiritualidade. O libido de repousar na terreno que acolheu sua família e sua ancestralidade reforça a dimensão pessoal e simbólica de sua despedida.
O país agora aguarda os detalhes do velório e sepultamento para prestar as últimas homenagens a uma artista que deixou marcas profundas na música, na cultura e na luta pela aprovação e pela vida.
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