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Integrantes do governo Lula afirmam não ver motivos para preocupação depois o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) comportar uma ação apresentada pelo Partido Novo contra a placa formada por Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, sob suspeita de doesto de poder político nas eleições de 2026.
Nos bastidores do Palácio do Planalto, ministros avaliam que a decisão da Incisão eleitoral representa unicamente uma lanço regular do curso processual. Na tradução de integrantes do governo, o trajo de a representação ter sido aceita para tramitação não significa que as acusações apresentadas pelo partido serão confirmadas ao longo da investigação. A avaliação interna é de que não existe, neste momento, motivo para temer uma eventual cassação da placa vencedora das eleições de 25 de outubro. Os auxiliares de Lula também descartam preocupação imediata com a possibilidade de o presidente e Geraldo Alckmin serem declarados inelegíveis pelo TSE.
A decisão de dar curso ao processo foi tomada na quinta-feira (5/11) pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. O magistrado entendeu que a representação protocolada pelo Novo atende às exigências legais para continuar em tramitação no tribunal. Em seu despacho, Cueva explicou os fundamentos jurídicos que permitem a brecha da investigação. “A ação reúne condições para o seu regular processamento. Nos termos do art. 22 da LC nº 64/90, a AIJE destina-se à apuração do doesto do poder político e econômico e da utilização indevida dos meios de informação social em favor de candidato ou de partido político”, escreveu o ministro.
A iniciativa do Partido Novo se baseia na argumento de que Lula teria utilizado instrumentos da governo federalista para ampliar suas vantagens eleitorais na disputa pela reeleição. De conformidade com a legenda, o presidente editou 35 medidas provisórias e decretos entre 1º de janeiro e 16 de outubro de 2026. As iniciativas teriam criado novos benefícios sociais, ampliado programas existentes e implementado ações consideradas de poderoso apelo popular. O partido compara esse volume com o registrado nos três anos anteriores. Conforme os números apresentados na representação, foram 17 medidas semelhantes em 2023, quatro em 2024 e outras 14 em 2025.
Entre os exemplos utilizados para fundamentar a criminação está o reajuste do Bolsa Família, programa que, segundo os dados apresentados pela {sigla}, atende aproximadamente 19,29 milhões de famílias. A investigação deverá examinar se as iniciativas governamentais mencionadas na representação configuraram doesto de poder político e se houve utilização da estrutura pública para beneficiar eleitoralmente a placa Lula-Alckmin.
https://jornalbrasilonline.com.br/revelada-a-reacao-dentro-do-planalto-com-acao-que-pode-causar-reviravolta-na-eleicao//Manancial/Créditos -> JORNAL DO BRASIL ONLINE
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