Governo americano pune oito entidades e duas pessoas ligadas ao regime cubano, entre elas empresas chinesas acusadas de fornecer equipamentos militares e de vigilância a…
Por ContraFatos 05/11/2026 Atualizado em 05/11/2026
Secretário de Estado Marco Rubio anunciou as punições contra oito entidades e duas pessoas ligadas à estrutura econômica e militar do governo cubano
Os Estados Unidos impuseram novas sanções contra integrantes da estrutura econômica e militar do regime comunista de Cuba. O proclamação foi feito nesta quinta-feira, 5, e atinge oito entidades e duas pessoas, entre elas empresas chinesas acusadas de fornecer equipamentos militares, sistemas de vigilância e recursos de segurança ao governo cubano.
A divulgação partiu do secretário de Estado americano, Marco Rubio, em uma publicação na rede X. Ele afirmou que Washington não tolerará redes comunistas consideradas subversivas no hemisfério ocidental.
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A rede de base ao regime, segundo Rubio
De combinação com Rubio, o governo cubano depende de uma rede de empresas estatais, sociedades com participação estrangeira e intermediários no exterior para manter seu funcionamento. O secretário também acusou países aliados de Havana de fornecer equipamentos que sustentam as forças militares do regime e representam ameaças à segurança americana.
Empresas chinesas entre os alvos
Entre os alvos estão a China National Electronics Import and Export Corporation e a Beijing H&C Technologies. Segundo Washington, as duas companhias participam do fornecimento de armamentos e de equipamentos de vigilância e segurança às forças cubanas.
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Transporte marítimo e intermediários financeiros
As sanções também alcançam uma rede de transporte marítimo de petróleo, empresas estatais cubanas responsáveis por importações e suporte técnico e intermediários financeiros ligados ao governo. Cinco embarcações foram identificadas porquê propriedades bloqueadas.
Paralelamente, o Departamento do Tesouro americano autorizou a emprego de sanções a estrangeiros que atuem nos setores de eletrônicos, indústria, atividades marítimas e tecnologia da economia cubana.
Pressão sobre Havana e crise na ilhota
A iniciativa amplia a pressão do governo de Donald Trump sobre Havana, em meio ao agravamento da crise econômica e energética da ilhota. Cuba enfrenta apagões prolongados, escassez de combustíveis e dificuldades para manter o fornecimento de força.
A ofensiva também ocorre em um contexto de aproximação militar e tecnológica entre Cuba, China e Rússia, que Washington considera uma ameaço à sua segurança pátrio.
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