⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
PF descarta investigação criminal ou monitoramento pessoal
Em sua sintoma, apresentada na sexta-feira (11), Andrei Rodrigues rechaçou categoricamente que a PF tenha realizado qualquer tipo de monitoramento proibido de Mendonça ou do advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo o diretor, os documentos tinham natureza estritamente informativa e não podem ser equiparados a uma investigação criminal, uma vez que não foram produzidos com a finalidade de reunir provas ou mostrar crimes.
“A atividade de perceptibilidade não pode ser confundida com a investigação criminal em si, em que se procura a obtenção de elementos inerentes ao processo penal, uma vez que autoria e materialidade, e nem com qualquer tipo de monitoramento pessoal. O relatório de perceptibilidade, portanto, não acusa, não imputa e não é capaz de restringir direitos, porquanto o seu pressuposto é tão somente informar a mando”, afirmou o diretor da PF.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
Resguardo dos juízos analíticos e hipóteses
Andrei ainda saiu em resguardo da prática de elaborar análises, hipóteses e conclusões com base nas informações coletadas pela extensão de perceptibilidade da corporação. “Não merece prosperar qualquer asserção no sentido de que a mera existência de juízos analíticos, elaboração de hipóteses ou avaliações vindas de inferências constituiria irregularidade”, acrescentou.
Relatórios apócrifos possuem “autoria institucional”
Sobre a exiguidade de identificação nos documentos, o diretor da PF explicou que os relatórios possuem “autoria institucional”. A não inclusão dos nomes dos servidores responsáveis, segundo ele, é uma medida adotada para proteger os profissionais que atuam na extensão de perceptibilidade da corporação.
AGU questiona decisão de Mendonça contra Andrei
Logo posteriormente a sintoma do diretor-geral, o advogado-geral da União, Jorge Messias, também encaminhou um documento ao STF. Nele, Messias argumentou que a decisão tomada por Mendonça para alongar Andrei Rodrigues representou uma interferência indevida nas atribuições do presidente da República, a quem compete nomear e exonerar o diretor-geral da Polícia Federalista.
Fachin suspende decisões conflitantes
O presidente do STF, Edson Fachin, já havia solicitado esclarecimentos a Andrei antes de se pronunciar sobre a situação dos dirigentes da PF. As decisões contraditórias proferidas por Mendonça e Flávio Dino a reverência do comando da corporação foram suspensas por Fachin.
afronta de mando,Alexandre De Moraes,André Mendonça,andrei rodrigues,resguardo,Edson Fachin,Flávio Dino,interrogatório,interrogatório das fake news,perceptibilidade,interferência,investigação,investigação criminal,jorge messias,sintoma,ministro,ministros,Polícia Federalista,presidente,relatórios de perceptibilidade,STF,Supremo
https://www.contrafatos.com.br/andrei-rodrigues-afirma-que-moraes-utilizou-inquerito-das-fake-news-para-solicitar-relatorio-contra-mendonca//Nascente/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷