Levantamento mostra que somente 5% das ações penais contra políticos com mensalidade no STF terminaram em pena em mais de duas décadas
Por ContraFatos 13/07/2026 Atualizado em 13/07/2026
Levantamento aponta que a grande maioria dos processos contra autoridades com mensalidade privilegiado termina sem julgamento de valor na Incisão
Um índice alarmante expõe a dificuldade do Supremo Tribunal Federalista (STF) em concluir processos criminais envolvendo políticos e autoridades com mensalidade por regalia de função. Ao longo de mais de duas décadas, somente 5% das ações penais abertas contra esses réus resultaram em pena.
A barreira dos inquéritos: poucos chegam à período de denúncia
A filtragem começa muito antes da eventual pena. De aproximadamente 1,8 milénio inquéritos instaurados no STF entre 2002 e 2025, unicamente 92 chegaram ao recebimento da denúncia — momento em que o investigado passa formalmente à exigência de réu. Isso significa que somente um em cada 19 inquéritos ultrapassou essa período inicial. O levantamento foi transportado pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Leitura
Processos saem do Supremo sem decisão definitiva
O estudo revela outro oferecido preocupante: mesmo nos casos em que a ação penal é formalmente oportunidade, boa secção dos processos não recebe julgamento de valor na Incisão. No pausa entre 2002 e 2016, mais de 70% das ações deixaram o STF sem uma decisão conclusiva. Os motivos principais foram a remessa dos autos a outras instâncias judiciais e o reconhecimento da receita.
Regras do mensalidade prolongavam tramitação e favoreciam receita
Na avaliação de especialistas, as antigas regras do mensalidade por regalia de função foram determinantes para a construção desse cenário de ineficiência. Durante anos, a legislação previa que investigações e ações penais fossem transferidas toda vez que a domínio assumia ou deixava um missão com mensalidade. Essa dinâmica prolongava consideravelmente a tramitação dos processos e elevava o risco de receita.
Receba no WhatsApp as principais noticias do dia
Entre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
Queda ainda maior nos últimos anos
Os números mostram uma piora recente. Entre 2002 e 2016, tapume de 5% dos inquéritos avançaram até a período de denúncia. Já no período entre 2017 e 2025, esse percentual recuou para unicamente 3%. A maior secção dos demais casos foi arquivada, encaminhada a instâncias inferiores ou alcançada pela receita.
Mudança de regras em 2018
O STF alterou o protótipo do mensalidade em 2018, restringindo-o aos crimes praticados durante o procuração e que tenham relação direta com o manobra da função pública. A Incisão também determinou que, encerrada a período de produção de provas, o processo não poderia mais ser remetido a outras instâncias. A medida foi adotada justamente para combater o ciclo de transferências que esvaziava os julgamentos e contribuía para a impunidade.
ação penal,ações,ações penais,autoridades,pena,pena de políticos,denúncia,mensalidade privilegiado,Impunidade,julgamento,Justiça,legislação,protótipo,receita,réus,STF,Supremo
https://www.contrafatos.com.br/condenacao-de-politicos-no-stf-e-excecao-apenas-5-das-acoes-penais-chegam-a-esse-desfecho//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇