Davi Alcolumbre reagiu a cobranças do líder do PT na Câmara e disse que não aceitará ameaças para aligeirar a PEC do término da graduação…
Por ContraFatos 07/07/2026 Atualizado em 07/07/2026
Presidente do Senado rebate líder petista na Câmara e defende regalia constitucional sobre definição da tarifa legislativa
A tensão entre o Senado e o PT escalou nesta terça-feira (7) posteriormente o presidente da Mansão, Davi Alcolumbre (União-AP), se pronunciar publicamente contra o que classificou uma vez que tentativas de intimidação para aligeirar a tramitação da PEC do término da graduação 6×1. A reação veio em resposta direta a declarações feitas mais cedo pelo líder do partido na Câmara, deputado federalista Pedro Uczai (SC).
O parlamentar petista havia afirmado que Alcolumbre seria considerado “inimigo dos trabalhadores” caso não encaminhasse a proposta à Percentagem de Constituição e Justiça (CCJ) até a próxima semana. A enunciação provocou uma resposta dura e imediata da presidência do Senado, que emitiu nota solene à prensa.
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Senado classifica cobrança uma vez que fadiga à independência dos Poderes
No transmitido, Alcolumbre foi enfático ao rejeitar qualquer tipo de ultimato. “A presidência do Senado esclarece que esse tipo de prenúncio e tentativa de intimidação não será mais tolerado. A definição da tarifa e da tramitação das matérias é regalia constitucional da presidência e não se submete a ultimatos ou pressões político-eleitorais”, afirmou.
O presidente do Senado também fez questão de frisar que cobranças dessa natureza, em vez de contribuírem para o progressão legislativo, representam uma fadiga à separação entre os Poderes. “Quem realmente pretende contribuir para o progressão da PEC respeita o devido processo legislativo. Ameaças e constrangimentos institucionais não aceleram a tramitação; somente afrontam a independência dos Poderes”, declarou.
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Reunião com centrais sindicais e lideranças petistas já havia ocorrido
Alcolumbre aproveitou a nota para ressaltar que já vinha mantendo diálogo sobre o tema. Na última semana, ele se reuniu com a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), com o senador Paulo Paim (PT-RS) e com representantes das centrais sindicais para tratar justamente da tramitação da PEC. De entendimento com o parlamentar, o encontro reforçou o compromisso da Mansão com o curso regular da proposta por meio do diálogo institucional.
A PEC que extingue a graduação de trabalho 6×1 foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio e, no momento, aguarda despacho da Presidência do Senado para que sua tramitação tenha início na CCJ. A decisão sobre quando isso acontecerá permanece, conforme repetido por Alcolumbre, uma vez que regalia exclusiva da presidência da Mansão.
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