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Os celulares apreendidos não estavam simplesmente empilhados. Eram etiquetados, organizados e acondicionados em bags específicas com tecnologia de gaiola de Faraday, que isola eletromagneticamente os dispositivos.
“Essa forma de acondicionamento, tratamento e manipulação dos telefones foi uma novidade”, afirmou o mandatário Clemente Calvo Castilhone, superintendente da Ramificação de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Social.
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Segundo o mandatário, o esquema demonstra “um intensidade de sofisticação até logo não visto” em operações anteriores. “Não eram ‘somente’ diversos telefones. Eram telefones que eram etiquetados e tratados, inclusive com gaiolas de faraday, que são bags específicas para o isolamento eletromagnético do telefone”, disse.
Apreensões podem chegar a R$ 500 milénio
Imagens obtidas pelo Estadão mostram o momento em que policiais do Deic localizam segmento dos materiais no interno do imóvel. De convenção com balanço parcial divulgado pela Polícia Social, o valor estimado de tudo que foi apreendido pode saber R$ 500 milénio. No totalidade, foram encontrados 182 celulares, 41 alianças, outros tipos de joias e R$ 115 milénio em quantia vivo.
Ao menos um suspeito foi recluso durante a operação. Outras oito pessoas seguem sendo investigadas por participação no esquema criminoso.
Conexão com gangues “quebra-vidro”
A investigação aponta que o lugar servia de base para gangues conhecidas uma vez que “quebra-vidro”, especializadas em roubar celulares de motoristas e passageiros durante o trânsito. Conforme o Estadão vem reportando, essa modalidade de transgressão tem ganhado destaque em diversas regiões da cidade, com incidência relevante na zona setentrião.
O funcionamento do esquema seguia uma lógica muito definida: logo depois os roubos, os aparelhos eram repassados a redes de receptadores, que se encarregavam da triagem, revenda e exploração dos dados armazenados nos dispositivos. Segmento dos celulares era comercializada no mercado ilegal, enquanto outra parcela era destinada à emprego de fraudes digitais.
As investigações que culminaram no cumprimento dos mandados desta quarta-feira continuam em curso.
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https://www.contrafatos.com.br/policia-encontra-esquema-sofisticado-para-esconder-celulares-roubados-em-sp-como-funcionava//Manancial/Créditos -> CONTRA FATOS
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