A gravidez transcorreu sem intercorrências até que, na 20ª semana, foi diagnosticada a síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo — uma malformação cardíaca grave que pode ser mortal, mas para a qual existem opções de tratamento cirúrgico logo depois o promanação.
A cláusula contratual e a decisão da enfermeira
O contrato firmado entre as partes continha uma cláusula que permitia aos pais solicitar o monstruosidade caso fossem detectadas “anomalias fetais”. West alega ter questionado esse dispositivo antes de assinar o documento, mas teria recebido da dependência responsável a informação de que essa cláusula não seria alterada.
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“Eu sabia que não queria passar por um monstruosidade. Eu não queria que a vida desse bebê fosse interrompida precocemente“, declarou a enfermeira.
Sua formação em cardiologia pesou na decisão. “Uma vez que enfermeira de cardiologia, eu sabia que essa criancinha tinha grandes chances de sobreviver se recebesse o tratamento necessário.”
Transferência para o Texas e promanação de Gabriel
Determinada a levar a prenhez adiante, West se mudou para o Texas, onde o Hospital Infantil de Dallas possui histórico de sucesso em cirurgias para esse tipo de cardiopatia. Segundo ela, depois sua decisão de não interromper a gravidez, o parelha deixou de arcar com as despesas relacionadas à prenhez.
O menino nasceu em 12 de agosto. West o batizou de Gabriel; os pais biológicos o chamam de Rumi. Logo depois o parto, o recém-nascido foi submetido à cirurgia de Norwood, procedimento específico para casos de hipoplasia do ventrículo esquerdo.
A enfermeira relatou que pôde permanecer com o bebê por somente murado de um minuto antes que o parelha assumisse a custódia física da moçoilo.
Disputa judicial no Texas
O caso rapidamente chegou à Justiça. O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, conseguiu uma ordem judicial que impede a retirada do bebê do estado e determina que os hospitais forneçam os cuidados médicos considerados essenciais para a sobrevivência da moçoilo.
Informações apresentadas em audiência indicam que o bebê permanece em estado crítico e deve permanecer internado na UTI por pelo menos mais um mês.
Enquanto isso, West enfrenta restrições judiciais que a impedem de manter qualquer contato com a moçoilo enquanto a disputa sobre direitos parentais segue em curso. Ela tenta obter a guarda e afirma não buscar gerar o menino, mas sim prometer que ele receba o tratamento médico necessário.
“Só estou pedindo que eles se comprometam a fornecer o tratamento vital de que ele precisa.”
“Eu sabia que ele merecia ser protegido e que merecia uma chance.”
Pais biológicos pedem indenização milionária
Além da guerra pela guarda, Nausheen Gilkar e Omar Ahmed moveram uma ação contra McKenna West por quebra do contrato de ventre de aluguel. O argumento é que a enfermeira descumpriu a cláusula que previa a interrupção da prenhez diante de anomalias fetais.
Inicialmente, a indenização pedida superava R$ 500 milénio. O valor foi ampliado em uma ação de aproximadamente R$ 1 milhão, englobando reembolso de pagamentos realizados e outras indenizações.
Em item de opinião, West reforçou sua posição: “Nenhuma mulher deveria ser forçada a matar o bebê em seu ventre. Mais importante ainda, toda moçoilo merece uma chance de viver.”
Debate que vai além do contrato
O monstruosidade é um dos temas mais sensíveis debatidos globalmente. O caso de McKenna West reacende a discussão ao colocar em confronto direto a autonomia contratual dos pais biológicos e a persuasão da gestante sobre o recta à vida da moçoilo que carregava.
Parecia que a família se preparava para receber o bebê tão esperado. No entanto, durante a prenhez, um diagnósticomudou completamente o rumo da história.
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