Extradição de Carla Zambelli avança na Itália posteriormente novidade decisão sobre porte proibido de arma
A Justiça da Itália proferiu uma novidade decisão favorável à extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP), agora no processo em que ela foi condenada no Brasil por porte proibido de arma de incêndio e constrangimento proibido com ocupação de arma. A resguardo ainda pode recorrer. A medida amplia o progresso do pedido brasiliano, já que a Namoro italiana havia se manifestado anteriormente em prol da transferência da ex-parlamentar no caso ligado à invasão de sistemas do Juízo Vernáculo de Justiça (CNJ).
Segundo as informações publicadas nesta quinta-feira, 16 de abril de 2026, a novidade sintoma da Namoro de Recurso italiana se refere ao incidente ocorrido na véspera do segundo vez das eleições de 2022, quando Zambelli perseguiu um varão armada em São Paulo. No Brasil, o Supremo Tribunal Federalista condenou a ex-deputada a 5 anos e 3 meses de prisão nesse caso.
No processo anterior, a Justiça italiana já havia autorizado a extradição de Zambelli em razão da pena relacionada à invasão dos sistemas do CNJ e à inserção de documentos falsos. Nesse caso, a ex-parlamentar foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão. A resguardo apresentou recurso à Namoro de Cassação, instância máxima da Justiça italiana para esse tipo de estudo.
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A resguardo de Carla Zambelli contestou a novidade decisão e sustenta que ainda há espaço para queixa judicial. Mesmo assim, a lanço final do processo de extradição caberá ao governo italiano, mais especificamente ao Ministério da Justiça da Itália. Na prática, a validação de ao menos um dos pedidos já pode ser suficiente para autorizar o envio da ex-deputada ao Brasil, caso as etapas recursais sejam encerradas.
Condenações de Carla Zambelli no STF
No caso do CNJ, Carla Zambelli foi condenada pelo Supremo por invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A arguição foi baseada na atuação conjunta com o hacker Walter Delgatti Neto, que afirmou ter sido contratado para acessar sistemas do Judiciário e inserir um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.
Já no processo envolvendo arma de incêndio, a pena se refere ao incidente de outubro de 2022, quando Zambelli perseguiu um varão armada em via pública. Na era, ela alegou ter sido cercada e agredida antes da reação. O caso acabou levado ao STF, que formou maioria pela pena.
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