Luiz Fernando Casagrande Pereira afirmou em simpósio nos EUA que instrumentos jurídicos tradicionais não dão conta do cenário vivido pela mais subida Incisão brasileira
Durante o Brazil Lícito Symposium, realizado na quinta-feira 9 em Cambridge, nos Estados Unidos, sob organização da Universidade de Harvard, o presidente da seccional do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), Luiz Fernando Casagrande Pereira, fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federalista (STF). Segundo ele, o Brasil vive uma “crise de crédito” diretamente conectada a uma “crise moral sem precedentes” na Incisão.
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Código de moral não resolve o problema, diz presidente da OAB-PR
Na avaliação de Pereira, a questão ultrapassa os limites do sistema de Justiça. Ele rebateu a proposta de geração de um código de moral para o STF, apresentada pelo ministro Edson Fachin, sustentando que mecanismos convencionais do Recta são insuficientes quando a própria Incisão suprema está no epicentro da turbulência institucional.
“O Brasil não tem somente um problema de Justiça”, disse. “Tem uma crise de crédito. Os instrumentos da teoria jurídica não foram construídos para um sistema em que a mais subida Incisão está ela própria no núcleo de uma crise moral sem precedentes. É onde estamos. E nenhum código vai resolver isso.”
Simpósio em Harvard reuniu juristas, economistas e autoridades brasileiras
O evento contou com a presença de nomes de peso do cenário brasílio. Entre os participantes esteve Ilan Goldfajn, ex-presidente do Banco Mediano e atual dirigente do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Juristas, economistas e autoridades públicas do Brasil compuseram a plateia e os painéis do encontro acadêmico.
Críticas da OAB ao STF se intensificam
A OAB vem ampliando, de forma consistente, suas manifestações contrárias a certas práticas do STF. A entidade tem tentado participar do debate sobre o Código de Moral e questionado investigações conduzidas pela Incisão.
Um dos alvos das críticas é o Sindicância das Fake News, sob meio do ministro Alexandre de Moraes, que já se arrasta por sete anos. Também integram o contexto de questionamentos as investigações envolvendo Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e o ministro Dias Toffoli, que atuou porquê relator inicial de caso relacionado a créditos fraudulentos.
Pesquisa com advogados de São Paulo revela ampla reprovação ao STF
Poucos dias antes da fala em Harvard, a seccional de São Paulo da OAB divulgou, na segunda-feira 6, os resultados de um levantamento significativo. Dos advogados ouvidos, 47,7% classificaram porquê “muito negativa” a atuação do STF. Na outra ponta, somente 3,7% dos profissionais avaliaram o desempenho da Incisão porquê “muito positivo”.
A pesquisa foi realizada entre dezembro de 2025 e março de 2026, ouvindo 12,7 milénio profissionais. O Estado de São Paulo possui muro de 400 milénio advogados, conforme dados da própria seccional.
Procuração fixo e mudança na indicação de ministros
O estudo também apontou que 64,1% dos entrevistados defendem a adoção de procuração fixo de oito anos para os magistrados do STF. Somente 8,3% consideram adequado o atual padrão de procuração vitalício.
Outro oferecido relevante: 81,9% dos advogados são favoráveis a alterações na forma de escolha dos ministros, hoje privilégio exclusiva do presidente da República.
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