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O Congresso do Peru decidiu destituir, nesta terça-feira (17), o presidente interino José Jerí, posteriormente aprovação de um processo de impeachment fundamentado em acusações de má conduta e inadequação ao missão. A decisão transforma Jerí no sétimo presidente retirado em unicamente dez anos, evidenciando a profunda instabilidade política que atinge o país andino. O proclamação solene foi feito pelo presidente interino do Congresso, Fernando Rospigliosi, que declarou formalmente a vacância do missão presidencial.
José Jerí havia assumido a presidência em outubro de 2025, posteriormente o impeachment da portanto presidente Dina Boluarte, quando ocupava o comando do Congresso. Seu governo durou unicamente quatro meses e foi marcado por poderoso turbulência política, incluindo sete moções de increpação apresentadas por diferentes grupos parlamentares. A rápida queda reforça o cenário de fragilidade institucional que tem dificultado a segurança do país nos últimos anos.
Entre as acusações mais graves está a suspeita de influência indevida na nomeação de nove mulheres para cargos públicos, incluindo funções no gabinete presidencial e no Ministério do Meio Envolvente. O Ministério Público abriu investigação formal para apurar se Jerí utilizou sua posição para beneficiar essas nomeações. Ou por outra, ele também passou a ser investigado por suposto patrocínio proibido de interesses, posteriormente um encontro reservado com um empresário chinês ligado a contratos com o governo.
Mesmo diante das acusações, Jerí negou irregularidades e afirmou publicamente que não cometeu crimes. Ainda assim, a pressão política e popular aumentou rapidamente, com manifestantes protestando em frente ao Congresso, exigindo sua saída imediata. O incidente agravou o clima de tensão nas ruas e aumentou a percepção de descontrole político dentro do país.
Com a destituição confirmada, o Parlamento realizará novidade eleição interna para escolher o próximo presidente interino, que governará o país até 28 de julho, quando um novo líder eleito assumirá o poder. Jerí, por sua vez, está impedido constitucionalmente de disputar a eleição presidencial marcada para 12 de abril, encerrando abruptamente sua breve passagem pelo comando do Peru.








