Tarifas sobre petróleo e pressão econômica levam Washington a apostar em colapso do regime cubano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (31) que Cuba será obrigada a buscar um entendimento com Washington em seguida a imposição de tarifas contra países que fornecem petróleo à ilhéu. Demonstrando crédito no impacto da medida, o republicano declarou que o país caribenho “será livre novamente” e que o governo cubano acabará recorrendo ao diálogo para evitar um colapso totalidade.
As declarações foram feitas a bordo do Air Force One, quando Trump comentou as críticas levantadas pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, que alertou para o risco de uma crise humanitária em decorrência do namoro no fornecimento de robustez. Trump rejeitou essa avaliação. “Não tem por que ter uma crise humanitária. Acho que eles virão até nós querendo um entendimento”, afirmou.
Sujeição energética e termo do suporte venezuelano
Segundo Trump, a situação cubana se agravou porque o país “vivia do numerário e do petróleo da Venezuela”, nascente que teria sido interrompida em seguida a tomada de Nicolás Maduro em 3 de janeiro. O presidente americano também elogiou Sheinbaum por ter aceitado o pedido de reduzir o envio de petróleo mexicano para a ilhéu, reforçando o cerco energético imposto a Havana.
Emergência pátrio e segurança dos EUA
A ordem executiva assinada por Trump classifica o cenário em Cuba uma vez que uma “prenúncio incomum e extraordinária à segurança pátrio e à política externa dos Estados Unidos”. Para Washington, a restrição ao aproximação a petróleo deve açodar a queda de um regime que já enfrenta uma profunda crise socioeconômica.
Embora tenha evitado empregar o termo “enforcar” a economia cubana, Trump descreveu Cuba uma vez que uma “região em decadência” e mencionou o libido de cubano-americanos de retornarem à ilhéu em seguida uma eventual mudança política.
Resposta de Havana e mobilização militar
Enquanto os Estados Unidos ampliam a pressão econômica, o governo cubano reagiu com demonstrações de força. Pelo quarto sábado ininterrupto, o país promoveu exercícios de “preparação combativa” em todo o território pátrio.
Imagens oficiais mostraram o ditador Miguel Díaz-Canel vestindo uniforme militar e supervisionando armamentos pesados. O secretário do Partido Comunista de Cuba (PCC), Roberto Morales, reforçou o exposição de resistência ao declarar: “As palavras ‘rendição’ e ‘roteiro’ estão apagadas do nosso léxico”.
As manobras militares incluem:
- Treinamento para emboscadas e colocação de minas;
- Resguardo contra armas de extermínio em tamanho;
- Ativação de planos para eventual decretação formal de Estado de Guerra.
O governo cubano classificou as sanções impostas pelos Estados Unidos uma vez que “fascistas” e afirmou que não haverá recuo diante da possibilidade de uma mediação militar americana.
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