Patógeno identificado há quase três décadas preocupa autoridades pela subida mortalidade e transmissão entre humanos
Identificado pela primeira vez em 1999, o vírus Nipah voltou a incendiar o sinal de alerta sanitário em seguida a confirmação de novos casos na Índia nas últimas semanas. O patógeno é classificado uma vez que prioritário pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por reunir três fatores considerados críticos: elevada taxa de obituário, possibilidade de transmissão entre pessoas e inexistência de vacina ou tratamento específico.
A renascimento do vírus reforçou a vigilância em países asiáticos e reacendeu o debate internacional sobre a preparação dos sistemas de saúde para mourejar com doenças emergentes de basta risco.
Transmissão
O Nipah é um vírus zoonótico, capaz de passar de animais para humanos. Seus principais reservatórios naturais são morcegos frugívoros, principalmente do gênero Pteropus, que se alimentam de frutas. A transmissão, porém, não se limita a esses animais: também pode ocorrer por meio de porcos, víveres contaminados e contato direto com pessoas infectadas.
Em surtos anteriores, investigações apontaram uma vez que manadeira provável o consumo de frutas ou de produtos derivados — uma vez que suco de tâmara cru — contaminados por seiva ou urina de morcegos portadores do vírus. Há ainda registros consistentes de transmissão entre humanos, sobretudo entre familiares, cuidadores e profissionais de saúde que mantiveram contato próximo com pacientes doentes.
Sintomas
A infecção pelo Nipah apresenta evolução variável. Em secção dos casos, os infectados permanecem assintomáticos. Em outros, a doença progride rapidamente para quadros graves.
Os sintomas iniciais costumam incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, vômitos e dor de goela. Com o progressão da infecção, podem surgir tontura, sonolência, alterações do nível de consciência e sinais neurológicos compatíveis com encefalite aguda.
Também são descritos quadros de pneumonia atípica e complicações respiratórias severas, incluindo a síndrome do desconforto respiratório agudo. O período de incubação geralmente varia de quatro a 14 dias, mas já houve relatos de sintomas aparecendo até 45 dias em seguida a infecção.
A taxa de mortalidade é considerada extremamente subida. Estudos indicam que entre 40% e 75% das pessoas infectadas não sobrevivem, dependendo do surto e da capacidade de resposta do sistema de saúde lugar.
Tratamento
Atualmente, não existe vacina nem terapia antiviral específica contra o Nipah. O tratamento disponível é unicamente de suporte, com foco no conforto dos sintomas e no manejo das complicações neurológicas e respiratórias.
Essa limitação terapia levou a Organização Mundial da Saúde a incluir o Nipah em sua lista de doenças prioritárias para pesquisa e desenvolvimento, ao lado de agentes uma vez que Ebola, Zika e o vírus responsável pela Covid-19.
Surtos anteriores
O primeiro grande surto ocorreu na Malásia, no término da dez de 1990, resultando em mais de 100 mortes. Para moderar a disseminação, muro de 1 milhão de porcos foram abatidos. Na Singapura, casos foram registrados entre trabalhadores que tiveram contato com animais infectados.
Desde 2001, Bangladesh se tornou o país mais afetado, com surtos quase anuais e mais de 100 mortes acumuladas. A Índia também registra episódios recorrentes, principalmente no estado de Kerala, onde surtos anteriores foram controlados por meio de testagem em tamanho, rastreamento de contatos e isolamento rigoroso.
Além desses países, a OMS aponta risco potencial em regiões uma vez que Camboja, Indonésia, Filipinas, Madagascar, Gana e Tailândia, onde já foram encontradas evidências do vírus em populações de morcegos.
Novos casos reacendem alerta
O tema voltou ao meio das atenções em seguida a confirmação de novos casos na Índia, no estado de Bengala Ocidental. Aproximadamente 110 pessoas foram colocadas em quarentena depois que dois profissionais de saúde contraíram o vírus no início de janeiro, em seguida contato com pacientes infectados.
As autoridades locais intensificaram as medidas de vigilância e contenção, enquanto a comunidade internacional acompanha com atenção a evolução do cenário.
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Índia,OMS,Saúde
https://www.contrafatos.com.br/conheca-o-nipah-virus-altamente-letal-que-coloca-a-asia-em-alerta//Nascente/Créditos -> INFOMONEY







