BRUXELAS, 3 Dez (Reuters) – A Percentagem Europeia delineou nesta quarta-feira planos para tornar a União Europeia mais resistente a ameaças, uma vez que a crise de fornecimento de terras raras, aprimorando as medidas comerciais existentes e usando novas defesas para substanciar a segurança econômica do conjunto.
O Executivo da UE definiu o que chamou de ‘ensinamento de segurança econômica’ para o conjunto de 27 nações, que está enfrentando as tarifas comerciais dos Estados Unidos e as restrições chinesas que sufocaram o fornecimento de terras raras e chips essenciais.
O conjunto quer continuar sendo um líder global em manufatura, mas corre o risco de ser deixado para trás pela China e pelos Estados Unidos em novas tecnologias, uma vez que baterias e lucidez sintético.
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A Percentagem quer se coordenar mais estreitamente com os membros da UE e as empresas para averiguar as cadeias de suprimentos do conjunto, as regras sobre o investimento de ingressão, seus setores de resguardo e espacial e sua força em novas tecnologias e infraestrutura sátira.
‘Queremos passar da reação à reformulação de nossas políticas’, disse o comissário de Negócio, Maros Sefcovic. ‘Estamos iniciando o processo… porque fomos muito testados leste ano, e não acho que isso vá parar no dia primeiro de janeiro.’
Sefcovic disse que a Percentagem analisará até o terceiro trimestre de 2026 uma vez que apressar a implementação das medidas comerciais existentes, uma vez que direitos antidumping e antissubsídios, que atualmente só podem ser usados em seguida investigações que duram um ano.
Novas medidas poderiam ser criadas para combater o transacção desleal e as distorções de mercado, incluindo o excesso de capacidade, para incentivar as empresas em setores de tá risco a ter mais de um fornecedor e para estabelecer uma preferência para que as empresas sediadas na UE sejam usadas em licitações públicas para trabalhos em setores estratégicos.
A UE também priorizaria o pedestal a empresas do conjunto que estivessem reduzindo a sujeição estrangeira em setores ou tecnologias críticas, impediria que ‘entidades de tá risco’ se beneficiassem de fundos da UE e fortaleceria a triagem de investimentos entrantes.
Sefcovic disse que a UE provavelmente aprenderia algumas lições com o Japão, que reagiu à suspensão das exportações de terras raras pela China em 2010 devido a uma disputa territorial, diversificando, reciclando mais, construindo reservas e formando parcerias.
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O vice-presidente da Percentagem, Stephane Sejourne, disse que a UE poderia tornar obrigatórias algumas medidas de diversificação.
‘Por razões de segurança econômica, as empresas europeias — assim uma vez que as empresas japonesas e americanas, ou mesmo as indianas — precisam parar de comprar produtos 100% chineses’, disse ele.
(Reportagem de Philip Blenkinsop; Reportagem suplementar de Julia Payne)
Hard News,União Europeia
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