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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o exposição neste domingo (9) ao denunciar a devastação ambiental promovida pelo governo Lula na Amazônia, em razão da construção de uma rodovia de quatro faixas em Belém (PA) — cidade que sediará a COP30, conferência climática da ONU marcada para novembro. Segundo o republicano, o projeto é um “grande escândalo ambiental” que expõe a hipocrisia do governo petista.
Em publicação feita em suas redes sociais oficiais, Trump foi direto: “Eles devastaram a Floresta Amazônica do Brasil para erigir uma rodovia de quatro faixas para ambientalistas. Isso virou um grande escândalo.” A criminação veio acompanhada de um vídeo da emissora Fox News, que mostra imagens de desmatamento em larga graduação na região e aponta que mais de 100 milénio árvores foram derrubadas para perfurar caminho até a sede da conferência em Belém.
A denúncia repercutiu mundialmente e acendeu o alerta sobre o contraste entre o exposição “virente” do governo Lula e a veras de obras que avançam sobre a floresta. Trump, que vem reforçando sua postura de resguardo do meio envolvente sem submissão a agendas globalistas, ironizou o evento e expôs o duplo padrão de líderes que pregam sustentabilidade enquanto promovem devastação sob o pretexto de “infraestrutura virente”.
Nos bastidores diplomáticos, o incidente foi interpretado porquê mais um choque direto entre Trump e Lula, que já vinham trocando farpas em discursos públicos. Enquanto o republicano defende soberania e transparência, o petista tenta se firmar porquê protagonista internacional nas discussões climáticas — agora sob a sombra de uma denúncia que pode manchar de vez a imagem da COP30.







