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A Percentagem de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados endossou a interrupção do processo penal em curso no Supremo Tribunal Federalista (STF) envolvendo o deputado Gustavo Gayer, por alegadas ofensas de injúria, maledicência e calúnia.
A proposta ainda depende de aprovação no plenário da Mansão.O sindicância foi iniciado pelo senador Vanderlan Cardoso, que protocolou uma queixa-crime contra Gayer depois um vídeo no qual o parlamentar sugeriu que Vanderlan e o senador Jorge Kajuru endossaram a reeleição de Rodrigo Pacheco à presidência do Senado em troca de vagas influentes em comissões parlamentares.
No registro, Gayer criticou duramente o STF, descreveu Pacheco porquê um “chihuahua domesticado” e imputou ao deputado mineiro uma postura de resguardo da Suprema Incisão em detrimento do Legislativo.
Na visão da Primeira Turma do STF, o deputado do PL ultrapassou os limites da isenção parlamentar ao enunciar falas desalinhadas com os fundamentos constitucionais. Por sorte, indica o cenário que a Câmara ratificará a deliberação da CCJ e anulará mais essa cansaço inadmissível ao Poder Legislativo.







