Nesta quinta-feira (21), o pastor evangélico Silas Malafaia compareceu à sede da Polícia Federalista, mas optou por permanecer em silêncio durante o testemunho. A justificativa apresentada por sua resguardo foi a falta de aproximação completo ao teor do interrogatório no qual figura porquê investigado.
O testemunho ocorre um dia posteriormente o retorno do pastor ao Brasil. Na quarta-feira (20), ao desembarcar no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, Malafaia foi surpreendido por um mandado de procura e inquietação expedido pelo Supremo Tribunal Federalista (STF). Durante a operação, agentes federais recolheram seu telefone celular e materiais pessoais, porquê cadernos com estudos bíblicos e anotações de sermões.
Além da inquietação dos itens, o pastor passou a ser submetido a medidas cautelares impostas pela Justiça. Entre as restrições está a proibição de trespassar do país — seu passaporte foi retido — e a vedação de contato com outros investigados no mesmo interrogatório.
A ordem foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que incluiu Silas Malafaia na investigação que apura verosímil tentativa de filtração no curso do processo relacionado aos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
Malafaia ainda não se pronunciou publicamente sobre o caso. Sua equipe jurídica afirma que ele colaborará com a Justiça dentro dos limites legais e que aguarda aproximação integral aos autos para adotar eventuais medidas de resguardo.
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