O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reservou pouco mais de R$ 135 milhões para contratar segurança armada e desarmada, mais supervisores, por cinco anos.
De conciliação com o pedido, os profissionais atuarão na sede da Golpe, nos anexos do TSE, nas residências dos ministros e também onde forem solicitados.
“A presente contratação tem o escopo de atender a premência de segurança das
instalações e do público interno e extrínseco do TSE”, informou a Golpe.
Entre outras atribuições dos agentes, o Tribunal definiu: “Impedir a colocação de cartazes ou faixas na dimensão externa dos edifícios do TSE, ofensivos à Justiça Eleitoral, ou de qualquer natureza quando não autorizadas pela Secretaria de Polícia Judicial”.
Em setembro do ano pretérito, o Tribunal gastou R$ 1,7 milhão com ascensoristas, também por cinco anos. Os profissionais são responsáveis por estreitar botões de elevadores.
Na Golpe, eles prestam serviços aos ministros, que usam os equipamentos privativos. Dessa forma, os magistrados podem se esquivar da prelo em determinados eventos, além de chegar ao plenário do tribunal por caminhos não acessíveis ao público em universal.
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