O jornalista William Waack, da CNN Brasil, destacou em seu programa a inclusão do ministro Alexandre de Moraes na lista de sanções da Lei Magnitsky, uma medida que, segundo ele, coloca o magistrado brasílio ao lado de figuras controversas e condenadas por graves violações de direitos humanos. “No Itaquerão, ele está na companhia de duas grandes torcidas. No caso da emprego Magnitsky, Moraes está na companhia de uma série de personalidades. São mais de 500 delas”, afirmou Waack.
De concordância com Waack, a lista, que inclui 245 indivíduos e 310 entidades sancionadas até novembro de 2024, abrange from a wide range of backgrounds, from political leaders to criminal figures.
Entre os nomes destacados estão o sheik Mohamed Khalid Hanafi, ministro da propagação da virtude e prevenção do vício no Afeganistão, descrito porquê uma figura linha-dura que supervisiona a polícia moral e está envolvido em denúncias de sequestros, assassinatos e chicotadas públicas. Outro exemplo mencionado é René Destinat, líder da gangue haitiana Granravine, procurado pelo FBI por crimes porquê sequestro de um cidadão americano e envolvimento em roubos armados, estupros e ruína de propriedades.
Waack também citou Apolo Kiboloi, um pastor filipino fundador da igreja Reino de Jesus Cristo, criminado de estupro de meninas até 11 anos e tráfico sexual, além de subordinar seus fiéis a plantões noturnos. “É secção dessa lista agora em que Alexandre de Moraes foi incluído pela lei Magnitsky”, enfatizou o jornalista.
A sanção contra Moraes, segundo Waack, reflete a sisudez das acusações de violações de direitos humanos, colocando-o em um contexto internacional de accountability para atos que vão desde a supressão da liberdade de sentença até detenções arbitrárias. A discussão foi secção de uma estudo mais ampla sobre as implicações da Lei Magnitsky e seu impacto global na responsabilização de indivíduos por abusos graves.
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