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O ministro Alexandre de Moraes prepara um oração para ser lido no plenário do STF, em resposta às sanções aplicadas pelo governo dos Estados Unidos.
A fala está prevista para a próxima sessão da Incisão e deve substanciar a narrativa de que o magistrado não aceitará “pressões externas” em relação às decisões tomadas nos processos que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. A expectativa é que a revelação seja carregada de recados políticos.
O objetivo é usar o espaço do Supremo para passar uma mensagem pública de fortalecimento institucional e provar que Moraes conta com o base da maioria dos ministros. A movimentação ocorre no momento em que cresce a pressão internacional contra o ministro, denunciado de injúria de poder e de violar liberdades fundamentais no Brasil.
Aliados próximos dizem que o oração deve reportar princípios democráticos, independência do Judiciário e soberania pátrio. Nos bastidores, mas, a avaliação é de que o texto também funcionará uma vez que tentativa de blindagem, já que críticas externas apontam que a atuação de Moraes extrapola os limites constitucionais e fere direitos básicos dos cidadãos brasileiros.
O desgoverno Lula acompanha de perto a situação e já manifestou solidariedade a Moraes, prometendo medidas diplomáticas contra as sanções. Ainda assim, a resposta internacional não para de crescer, com parlamentares europeus e americanos cobrando ações concretas contra o ministro por entenderem que suas decisões representam ameaço à liberdade de frase e ao processo democrático.
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